SOLIDÃO ENSINA ESTAR JUNTO

9521051A solidão, existem tipos, é valiosa para os alquimistas existenciais. Proporciona conhecer a si mesmo. Tornar-se, antes de tudo, amiga da sua própria pessoa. Conhecer-se profundamente, sem intromissão e fragmentos externos. Você é você naquele momento. Ensina. Torna, com certeza , a pessoa mais sábia do que ajuntada com uma multidão.

Tem gente que não suporta a solidão. Não tolera a si mesma por muito tempo, então, carece de cuidar da vida alheia e das pessoas ao redor, constantemente. A solidão não é um defeito e nunca será. É a oportunidade de introspecção necessária para se redescobrir. Estou, obviamente, referindo-me da solidão desejada. Consciente.

Particularmente, tive a oportunidade de conhecer essa parte da existência ainda na minha infância, sem planejamento, mas a desfrutei quando me encontrei como amigo de mim mesmo em primeiro lugar, ouvindo a voz do inconsciente, transformando-me pessoa resolvida comigo e depois capaz de compreender o próximo e as demais, distantes.

A solidão, hoje, está relacionada ao meio medicinal, como a depressão. Contudo, há casos de se tratar apenas da necessidade de ficar sozinho, até para tomar decisões vitais. Os ataques constituídos regularmente e registrados na mídia sobre pensadores frenéticos, diria eu, tem a ver com a falta de solidão de seus protagonistas.

Nos dias atuais, é bem verdade, solidão é artigo de luxo que virou doença. Mas ouvir a sua própria voz é salutar. O silêncio desse estado letárgico é fundamental para a formação do ser. Estar a sós é um direito na linha do tempo. Sem reconhecer esse valor nobre, ouro em pó, é impossível o ser humano chegar ao ápice e se tornar sábio. Mas nunca confunda solidão com ficar tão simplesmente sozinho. É ter você e o entendimento do mundo.

Nada melhor do que conviver com você sem complexos. Solitariamente, aprende-se o valor do ajuntamento com qualidade de vida, pois este domina-se a si e , ainda, contribui para a integração de “eus” e mundos, com preparo para ser agente transformador. Esteja só, mas não sozinho, sem a sua presença, em especial.

GERAÇÃO “GRANDE IRMÃO”

2382107Quando George Orwell escreveu  1984 -“O Grande Irmão”- , enfatizando o monitoramento da sociedade por sistema de governo, não imaginava o mundo virtual na dimensão de hoje e do porvir, sem mensuração. Ninguém mais vive sem a realidade virtual, ainda seja ilusão, programando uma geração de idiotas sem fronteiras moral, ética e muito menos espiritual.

Tudo está se relacionando a efusivos laços de ternura por palavras cifradas – niguém mais sabe escrever ou pensar – a não ser para expor as vísceras das trevas, dantes escondidas por pudor e represadas obrigatoriamente para co-existir com o próximo sem matá-lo. A pedofilia virou, por exemplo, uma epidemia. Há que faça sexo pelo computador como feitiche pós-modernista.

Dias desses deu no noticiário de repercusssão nacional, menina com okurt se fazendo passar por 20 anos, quando encontrou maníaco para abusar dela até a morte e só dia 9 anos de idade. Não deu em noticiário nenhum, mas teve empresário se masturbando pensando na mulher do próximo numa demonstração doentia. Animais de internet, viciados e sem tratamento previsto e sem tipificação em legislação em casos de anomalias indescritíveis.

Há uma previsão, talvez, por alguns aprendizes da área, pela vastidão de vida inexistente, como almas penadas neste universo e expansividade, com buracos negros, sucando almas a cada tecnologia inventada, desse mundo ser mais real do que a própria realidade. Todas suas necessidade, em tese, para dependentes cibernéticos, estão disponíveis com variações multiformes, como implantes de uma nova geração de chip.

Atualmente, 90 % das suas atividades podem ser produzidas numa sala ou na sua casa, sem exercício físico ou mental. As velhas brincadeiras de crianças entraram em exitinção sem que houvesse uma ONG para proservá-las. Por que soltar pipa, se jogos de 4 D proporcionam a emoção e adrenalina de modo incomum, alimentando o cérebro com e-mails e SMS, com direito webcan e demais acessórios para alimentar o corpo e a alma de imaginação e alucinação?

A internet virou padrasto das famílias fragmentadas e da liberdade sem finitude, cuja curiosidade é a maior publicidade para esta nova geração com um novo siatema sem regras e sem pudor. Total libertinagem para a alma bailar em direção ao inferno.

EM NOME DE DEUS

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   Sou evangélico praticante. É!. Ser evangélico exige o verbo em ação, porque o pósmodernismo tem exaltado falsos profetas e matado os cristãos que precisam crescer na graça e no conhecimento.  Muitos estão refém de liturgia mercantilista, em que se oferece todo tipo de produto para preenchimento da alma. Jesus Cristo já não é mais suficiente. As igrejas, com isso, estão cheias de cadeirantes, aleijados espiritualmente.

Em Nome de Deus, os falsos profetas já não pregam a vida eterna, mas exaltam a vida terrena, defendendo teologia imediatista, inibidora do exercício da fé. As peripécias de pregadores extrapolam ao sobrenatural e se servem da mentira, engordam-se dela, esquecendo-se de pregar a Verdade que Liberta, como recomenta o único manual para se comrpeender a vontade do Criador: a Bíblia. É necessário seguir o conselho de São Paulo: Examinai tudo, e retém o que é bom. Está vexatório!

Pregadores cobram cachê para subir no púlpito, estabelecido por agenciamento, num profissionalismo que de longe lembra um pastor de ovelhas, que dá a sua vida por elas. Outros , desavergonhadamente, aniquiliam a fé de fiéis por prometerem teologias terrestres, utilizando a Bíblia, que segundo São Pedro, não é de livre interpretação. Sem Espírito Santo, que intercede por nós, é um livro comum. Então, proliferam as seitas, facciosas, e prestando deserviços ao Reino de Deus.

No Brasil, andaço desses perneciosos reinos terrestres implantados sob areia movediça está dragando a boa fé de pessoas humildes. Atrás de cura, de prosperidade financeira, libertação – menos de salvação – , são submetidas a humilhações anti-bíblicas. Envergam-se em crer no imediatismo, enquanto Jesus Cristo morreru na cruz para dar vida e vida em abundância num sisterma de governo fora dessa dimensão atmosférica. Senão, de nada valeria a vinda do Filho do Homem.

Pregadores televisivos, com exceções, são os mais abusadores e propagadores dessa pirotecnia religiosa, numa miscelância que só produz dúvida em vez de fé. Falsa esperança. Emocionalismo e desenfreada susgestão técnica de convenciomento e não de conversão. Por isso, encontram-se pelas ruas, infelizmente, muitos ex-crentes. Desapontados e infelizes porque entraram na porta de “igrejas” blasfemadoras e de fachada, anunciando um Cristo morto e o inferno iminente com palavras doces.

Os falsos profetas existem. Estão em pleno exercício de suas funções. Eles não carregam uma marca na testa, portanto, para conhecê-los de ficar afastados de suas doutrinas, só existe uma receita: conhecer a Palavra, sem não antes aceitar Jesus Cristo como Salvador e Senhor, recebendo o Consolador para interpretar por nós a verdade, perfeita e santa vontade de Deus.