A “CORTE DE ICONHA” FICOU NUA COM JUSTIÇA FEITA


O PODER ECONÔMICO SUCUMBIU AO TRE-ES E ESPERA-SE AO TSE. CRIMINOSOS FICARAM NÚS
O PODER ECONÔMICO SUCUMBIU AO TRE-ES E ESPERA-SE AO TSE. CRIMINOSOS FICARAM NÚS

A “corte de Iconha” ficou nua Estive no campo de batalha política em Iconha. Poderosos de um lado e a o povão do outro. A tradição de décadas, para manter o status quo se valeu de uma máquina trituradora do poder econômico. Predadora. Inibidora e refratária. O eleitor era constrangido pela “corte” tirana vigente, com o juiz eleitoral, covardemente, vendido, com sentenças incestuosas. A luta parecia inglória. Contudo, o tempo é o senhor da razão, mesmo. A Justiça foi feita e o poder econômico aniquilado no TRE. Nova eleição será marcada e os mercadores de votos, Delson Mongin e João Paganini, prefeito e vice, respectivamente, cassados, vão para casa como exemplo a não serem seguidos por nenhum homem público. Ficam inelegíveis por três anos. Edelson Paulino foi resgatado na sua honra ultrajada por essa politicagem do dinheiro contra o povo trabalhador. Iconha, cidade eu fica entre Cachoeiro de Itapemirim e a capital, Vitória, fica livre do fantasma de cidade sem lei, sem ordem, pro omissão de autoridades, infelizmente, comprometidas com o Poder Econômico. Iconha foi liberta da malignidade que corrói a alma de seu povo. Edelson Paulino, honra seja feita, manteve-se confiante, equilibrado no tocante à Justiça. Não se trata de cor, de amarelo contra vermelho ou vice versa, mas da verdade vencendo a mentira. Espera-se, agora, com nova eleição, as regras sejam claras. O Juiz local, obviamente, seja outro para não contaminar o pleito. E não se sabe quem serão os candidatos, mas a lição aprendida, certamente, incentivará gente de bem, que pensa em Iconha não como curral eleitoral, mas como aldeia que merece ser cantada pelos seus poetas e povo de sangue azul, herdeiros legítimos da nobre corte da decência.

Publicado por

Jackson Rangel

Jackson Rangel Vieira, brasileiro, natural de Guaçui, Espírito Santo, com raiz em Cachoeiro de Itapemirim. Jornalista, nascido em 1963, combativo, responsável por produção de notícias e artigos. Analista político. Evangelista. Advogado, casado com Cristiane Feu Rangel Vieira. Dois filhos: Jackson Rangel Vieira Júnior e Nayara Tristão Vieira. A Bíblia é sua regra de conduta e fé.

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