Juiz afasta vereador de Cachoeiro


O juiz da Fazenda Pública Municipal de Cachoeiro de Itapemirim, Robson Louzada, mandou cassar o mandato do vereador Marcos Coelho (PMN). O anúncio aconteceu no final da tarde de ontem, por volta das 17h, e pegou os vereadores e funcionários da Câmara de surpresa.

Segundo informações, o que teria caracterizado crime foi a compra de um terreno feita pela prefeitura a uma pessoa usada como representante de Marcos Coelho. Esse tipo de transação – usando nome de outras pessoas – são conhecidas como “laranja”.

A ação aconteceu por conta de uma denúncia oferecida pelo Ministério Público e acatada pelo juiz de direito, Robson Louzada. No final do dia de ontem, um oficial de justiça foi até a Câmara para levar a decisão e informar que hoje, 28 de abril, o suplente, Fabrício do Zumbi, já deveria assumir a função de vereador no lugar de Marcos Coelho.

A reportagem tentou entrar em contato com Marcos, mas ele não estava em sua residência e nem atendeu o seu celular para se manifestar sobre o assunto. Mais detalhes na edição de amanhã.

A FOLHA acredita em outras cassações do Legislativo da cidade de Roberto Carlos.

Publicado por

Jackson Rangel

Jackson Rangel Vieira, brasileiro, natural de Guaçui, Espírito Santo, com raiz em Cachoeiro de Itapemirim. Jornalista, nascido em 1963, combativo, responsável por produção de notícias e artigos. Analista político. Evangelista. Advogado, casado com Cristiane Feu Rangel Vieira. Dois filhos: Jackson Rangel Vieira Júnior e Nayara Tristão Vieira. A Bíblia é sua regra de conduta e fé.

3 comentários em “Juiz afasta vereador de Cachoeiro

  1. O crime compensa!

    Afinal todos devem ganhar, MENOS o cidadão de bem.

    È preferível á terra coberta com MACONHA, do que entregue ao MST.

    Azar o seu, que é um cidadão, de conduta ilibada.

    É bem provável que o dono das terras, orientados por astutos advogados,admitiria á existência da plantação.

    STJ mantém decisão que impediu desapropriação de terras com cultivo de maconha.

    O Superior Tribunal de Justiça manteve o acórdão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região que rejeitou a possibilidade da desapropriação automática de área utilizada para o cultivo de plantas psicotrópicas sem a devida comprovação da participação consciente do proprietário da terra na conduta ilícita.

    Por unanimidade, a Segunda Turma do STJ rejeitou os agravos regimentais interpostos pela União e pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) contra a decisão monocrática do relator, ministro Castro Meira, de não conhecer do recurso especial ajuizado por ambos.

    No STJ, os recorrentes sustentaram que a decisão do TRF1 violou o artigo 1º da Lei n. 8.235/91, que dispõe que “as glebas de qualquer região do país onde forem localizadas culturas ilegais de plantas psicotrópicas serão imediatamente expropriadas e especificamente destinadas ao assentamento de colonos para o cultivo de produtos alimentícios e medicamentos, sem qualquer indenização ao proprietário e sem prejuízo de outras sanções previstas em lei, conforme o artigo 243 da Constituição Federal”.

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  2. Alguns dizem ser Imcompreensão com o programa!

    Será!

    Com o devido respeito,aí existe SAFADEZA?

    A folha faz seu papel, informa aos seus leitores.

    TCU encontra donos de carro e políticos na lista do Bolsa Família
    Publicidade.

    MARTA SALOMON
    da Folha de S.Paulo, em Brasília

    Uma família de Sergipe declarou ter renda mensal de R$ 35 por pessoa da família e se credenciou a receber R$ 94 por mês do Bolsa Família, mas foi flagrada por uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) como proprietária de sete caminhões avaliados em R$ 756.467.
    Em outra família, beneficiária do programa em São Paulo, um dos integrantes aparece como dono de motocicleta importada, modelo 2007.

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  3. Quem reelegeu este inclito parlamentar é seu co-responsável.

    A ficha do honorável mais suja do que pau-de-galinheiro.

    http://www.claudiohumberto.com.br
    Vocês [jornalistas] batem, mas a gente sempre se reelege
    Sérgio Moraes (PTB-RS), relator da ação contra (?) o deputado do castelo Edmar Moreira

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