Imprensa analítica, investigativa,opinativa e livre


Aos poucos tem visto o ar provinciano de Cachoeiro de Itapemirim, ES, terra de Rubem Braga, se dissipando. A Imprensa analítica e livre vem revolucionando a cultura da sociedade, uma inovação regional. Já é praticada por alguns meios de comunicação nacionais e pelo mundo evoluído.

 A FOLHA DO ES vai incrementar mais o jornalismo opinativo, investigativo e analítico que é o futuro diante de ecléticas mídias, como as das redes sociais e digitais – linguagem rápida – e os veículos de propagação em massa. As linguagens são diferentes para cada público.

No caso do Espírito Santo muito pouco se pratica, em espaço maior, o jornalismo opinativo e analítico, optando pelo registro dos fatos a pretexto de manter a “imparcialidade”. Sabe-se, ou optam por não saber, que as matérias de registro, pela quantidade e ilustrações, inclinam-se mais para a parcialidade em detrimento de sabida opinião do veículo.

 Exemplo: O Estado de S. Paulo, jornal e rede, seguiu a linha da Revista Veja, opinando de proteger a liberdade, não votando em Dilma Roussef (PT). A iniciativa é inovadora no Brasil. No Primeiro mundo a pluralidade de idéias é praticada sem qualquer constrangimento. Os veículos de comunicação, em geral, tomam partido sem prejudicar a Democracia.

 A Promotoria da Justiça Eleitoral de Cachoeiro de Itapemirim, pelo fato da FOLHA DO ES opinar sobre as condições de vitória de candidatos, como instrumento apropriado e especialista no tema, acatou denúncia de prática ilícita eleitoral como se estivesse promovendo campanha ilegal e pesquisa não registrada. Determinou recolhimento de alguns exemplares da banca. Um absurdo! Um entendimento! Um falso entendimento! Um tipo de censura!

Quando um jornal opina e analisa, está colocando em cheque a sua própria credibilidade. No caso, o jornal acertou as previsões que foram milimétricas. Atestou as votações possíveis – nisto acertou todas – e os eleitos, equivocando-se na reeleição do deputado federal Camilo Cola que ficou entre os mais votados, entretanto, barrado pelo quociente eleitoral na legenda.

 Cachoeirenses e capixabas, principalmente as instituições fiscalizadoras de direitos públicos, terão de se habituar a jornalismo analítico, pois é a linguagem do futuro midiático.

Publicado por

Jackson Rangel

Jackson Rangel Vieira, brasileiro, natural de Guaçui, Espírito Santo, com raiz em Cachoeiro de Itapemirim. Jornalista, nascido em 1963, combativo, responsável por produção de notícias e artigos. Analista político. Evangelista. Advogado, casado com Cristiane Feu Rangel Vieira. Dois filhos: Jackson Rangel Vieira Júnior e Nayara Tristão Vieira. A Bíblia é sua regra de conduta e fé.

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