Da música para a arte e a porta do misticismo


Para navegar no meu mundo interior e intenso, descobri a música. O rock foi o estilo mais apropriado para o meu universo em expansão. Liberava dopamina para me imaginar onipresente e onipotente. Trancava-me no quarto de casa e me deleitava em letras que desconhecia com melodia enebriante e excitante.

O gosto pela bandas de músicas era eclética. Tinha bom gosto para distinguir uma onda sonora clássica de uma efêmera. A música me liberou para uma veia artística, além de escrever. Passei a pintar quadros de modo muito amador, porém obsessivo em desenhar em linhas abstratas o surrealismo pelos meus olhos.

A música e a pintura me tornaram mais solitário. As pessoas não me importavam tanto quanto meus sonhos emanados daquele poder dominante. Não sabia, mas estava naquele momento forjando a personalidade. Um jovem com ímpetos surpreendentes sem me apresentar plenamente ao mundo externo.

A fase mística se iniciava, pois o mundo era assustador e eu pecisava, naquela época, de encontrar explicações fora dele. Tinha certeza sobre uma porta dimensional com planeta sobrenatural e trandimensional. estava na terceira visão.

Publicado por

Jackson Rangel

Jackson Rangel Vieira, brasileiro, natural de Guaçui, Espírito Santo, com raiz em Cachoeiro de Itapemirim. Jornalista, nascido em 1963, combativo, responsável por produção de notícias e artigos. Analista político. Evangelista. Advogado, casado com Cristiane Feu Rangel Vieira. Dois filhos: Jackson Rangel Vieira Júnior e Nayara Tristão Vieira. A Bíblia é sua regra de conduta e fé.

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