Continuação: Vídeo sobre compra de votos pelo PT nas eleições

O PT comprou voto e venceu. Está com mais dinheiro e tentará de novo!

Em Cachoeiro de Itapemirim-ES, terra do Sabiá da Crônica, Rubem Braga, vale à pena comprar voto nas eleições municipais. Os corruptores se cobrem sob o manto da impunidade e os corruptos sob o edredom da imoralidade sem quaisquer consequências.

Há mais de três anos denunciei com vídeos e áudios, colocando-me a disposição para esclarecimentos na Polícia Federal e Justiça Eleitoral. Nunca fui chamado como testemunha para investigação em tela. Indiferença e silêncio sepulcral sobre crimes em cascatas de envergonhar o mais despudorado desse mercado politico.

Há 28 anos como jornalista investigativo, cumpriu o meu papel , infiltrado naquele sistema eleitoral, flagrar vários momentos, entre alguns, na minha sala as maiores sandices de proporção do “panetone” do Distrito Federal.

Cooptação de partido por cargos e dinheiro. Nomes citados, escancaradamente, como se fossem coliformes fecais sem nenhum avexamento, pois, no fundo, sabiam ou tinham certeza do acerto em conluio de protagonistas poderosos com a conivências dos órgãos responsáveis pela fiscalização da lisura do pleito com desrespeito a uma população de cerca de 200 mil habitantes.

O Partido dos Trabalhadores, que nunca tinha assumido o poder, aplicou a fórmula dos mensaleirros nacionais para cometer o maior estelionato já conhecido no Município, onde nasceu, também, Roberto Carlos, o “Rei”.

O PT, naquele momento, na cidade cachoeirense, estava deixando de ser um partido para se tornar um seita oculta, com arcabouço doutrinário de rito desafiador a todos os segmentos da sociedade, usurpando o direito de uma representatividade legítima transparente e democrática.

O processo se encontra até hoje tramitando na Justiça Eleitoral de Cachoeiro de Itapemirim. E também sendo avaliada por um Comitê de Notáveis da OAB há oito meses, conforme última declaração do presidnete da sub-secção, advogado Robson Louzada, em Juízo, numa conspiração em curso contra este jornalista.

As palavras na minha aldeia pouco tem valor ou nenhum sobre crimes que se tornam indesvendáveis. Por isso, aos meus leitores, vou divulgar fitas e áudios, de posse, repito, da Justiça Eleitoral. A primeira,  tento, na época, convencer o presidente do meu partido PMN a confessar no MP e na Justiça os crimes eleitorais, sem sucesso, mas com as confissões.

Postarei vídeos estarrecedores! Aguarde! O PT pretende repetir em 2012 o feito com mais volúpia, mais dinheiro, a compra de votos, de políticos e de partidos, caso os sentinelas durmam em pleno plantão.

* Capturei o máximo de informação como jornalista e me desliguei do partido. A maior reportagem que eu já fiz na área. O mínimo de consciência profissional e cristã.

Presidente Kennedy: Uma cidade sem lei, agora, sem juiz?

Recebi por e-mail a informação extraoficial que o juiz Edmilson Souza Santos não voltará assentar na Comarca de uma das cidades mais corruptas do Espírito Santo: Presidente Kennedy.

Uma de suas últimas sentenças foi desbaratando uma quadrilha de colarinho branco, condenando o prefeito Reginaldo Quinta (PT) por improbidade e congelando os seus bens. O próximo passo era afastá-lo.

Mas, o “oráculo” do Judiciário, se assim verdade, julgou antes o honesto magistrado, afastando de proteger aquele povo sofrido. Lá não fica promotor. O Ministério Público passa sempre por rodízio obscuro.

Edmilson Souza Santos há tempos vem sofrendo discriminação de toda ordem dentro do Poder em que habita. Por que é cristão praticante? Por que é negro? Por que vem de origem sem sangue azul?

Meu Deus! O que está acontecendo com esta cidade, onde jorra dinheiro dos royalties, de tanto, que transformaram homens em corruptos e corruptores, comprando e vendendo frágeis almas para se perpetuarem no controle do tripé em que sustenta a feia sociedade: sexo, dinheiro e poder.

O que posso escrever, quando forças institucionalizadas obrigam um povo a ficar sobre o julgo desigual? Escrevi, recentemente, como profetizando, sobre a solidão de um juiz, numa referência à coragem do meritíssimo Edmilson Souza Santos.

Solidarizo-me porque bem sei que ele não faz parte dos “bandidos de toga”. Cumpristes sua missão. Não há do que se envergonhar por causa das setas que lhe ferem, mas não de morte, pois não contaminastes tua alma nem com prata e nem ouro, pois esperas por uma “cidade permanente”.

Quanto a mim, continuarei a minha saga com sede e fome de justiça, aqui, lá e acolá, como gosto sempre de citar, mandando aquele recado: só morto