Ferraço perde de 6 x 0 no TRE sobre compras de votos em 2008 pelo PT

O presidente da Assembléia Legislativa do Espírito Santo, Theodorico Ferraço (DEM) tem perdido todas na Justiça, basta lembrar de sua inelegibilidade para o pleito em curso em decorrência de duas condenações por colegiado em segunda instância, envolvendo improbidade quando prefeito de Cachoeiro de Itapemirim.

Desta vez, perdeu em segunda instância, por 6 x 0 , no TRE, a ação ajuizada por ele em 2008, acusando o prefeito eleito, candidato à reeleição Carlos Casteglione (PT), de comprar votos de candidatos de sua coligação.

Na época, havendo o processo, não me omiti e fornecer vídeos de monitoramento da empresa para contribuir em desvendar possível crime eleitoral. E assinei declaração me colocando à disposição da Polícia Federal para quaisquer esclarecimentos sobre a parte que me competia.Nunca fui chamado para tal investigação!

Em ato derradeiro de Juízo da Primeira Instância, por exigência da corregedoria do TRE, a Justiça teve de dar provimento à ação, quando reafirmei o conteúdo das fitas não só de imagem como de áudio. Mas, a sentença da juiza do feito levou em conta a mesma premissa do colega anterior. A soma dos candidatos não alterariam o resultado das eleições, uma sentença meio inusitada, levando a crer que se pode comprar votos desde que não se mude o resultado do pleito.

Acaso os desembargadores entenderem que precisa-se investigar se o vídeo foi montado ou fraudado, terá sido uma tacada de mestre do Ferraço. Perdeu, mas não parou o processo e, ainda, me chama para dentro dele, tirando-me da acomodação, passados quase 5 anos. Deve entender que, assim, eu tomaria partido eleitoral em curso, lembrando que não sou autor da mencionada ação danificada.

Augusto Nunes ridiculariza Russomano por causa de Igreja

Não tenho a mínima simpatia pelo deputado Celso Russomano (PRP), candidato a prefeito de São Paulo, mas ele está sendo ridicularizado por jornalista da grande Imprensa porque declarou que , se eleito, prefere “regularizar as igrejas, aos invés de fechá-las”. Completou: “quem está na Igreja não pratica crimes”.

Logo, o jornalista Augusto Nunes,colunista da Revista Veja, expandiu o “regularizar” como  permissividade para funcionamentos dessas instituições de modo “irregular”. Isto é deturpar! O raciocínio de Russomano está correto. Melhor não dificultar aberturas de Igrejas do que fechá-las. Oras, boates e bares brotam em profusão, contribuindo com o alcoolismo e o incentivo à criminalidade, a maioria dessas agências sem nenhuma fiscalização. Dois pesos e duas medidas.

O colega não deveria subtrair um texto e jogá-lo fora de contexto, aleijando uma idéia mais digna do que muitas por ai vomitadas pode demais candidatos a prefeito.

Fique claro, não estou avalizando o caráter e nem o candidato paulista. Estou, simplesmente, defendendo uma idéia por ele verbalizada.

Link de Augusto Nunes: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/sanatorio-geral/religiosidade-e-isso/