PENSAMENTO PERFEITO (2)


CAPITULO 2

O CARÁTER

Linha fina divide a idade da inocência da idade da razão. Em momento não sabido, flui os primeiros traços do caráter em metamorfose..

Personalidade abriga o caráter por ser seu construtor, estabelecendo pelo mundo apresentado as regras morais e éticas, quase revogadas.

Hedonismo sofisticado em ritual extensivo das todas as classes sociais como câncer em distensão, constitui novas leis da vivência.

Palavras ecoam sem valor porque a nova geração perverteu e inverteu o mundo com conceitos fora dos parâmetros para uma nova era.

Acaso vira caso de fato dentro da própria virtualidade com todas as impensáveis possibilidades do porvir além pós-modernismo. Medo.

Caráter que traça o destino. Que destino? Ele foi antecipado pela velocidade maior do que a luz em remissão do tempo surrealista.

Despersonalização também acontece quando o caráter fica desbotado mediante a ferrugem da malignidade aceita em suborno.

Toda alma tem seu preço, diz-se o adágio na bocas dos compradores. Nisso, o corpo padece as consequências das concessões fáceis.

Médico e monstro se reencontram por vezes em situações antagônicas e convergentes, assustando a própria estrutura molecular.

Assustador não distinguir a personalidade quando outra assume lugar. A bipolaridade de seres dentro do mesmo invólucro, perturbador.

Duas criaturas, a velha e a nova, se digladiando para uma sobrepujar a outra, remetem o ser a questionar o livre arbítrio e saúde mental.

Quando se esgota o sentimento de culpa, acabaram todas as leis morais e o anarquismo pouco experimentado estimula o id.

Personificação do bem, sob a atmosfera, com dificuldade de ser remédio para erradicar o mal da personalidade. Aguarda-se o céu.

O tempo é o pecado. Na linha cronológica passam tantas emoções construtoras do destino, angustiando os lados do lóbulo.

Os caracteres são distintos e com base no livre arbítrio, quanto para outros estão assentados na predestinação no existir.

Publicado por

Jackson Rangel

Jackson Rangel Vieira, brasileiro, natural de Guaçui, Espírito Santo, com raiz em Cachoeiro de Itapemirim. Jornalista, nascido em 1963, combativo, responsável por produção de notícias e artigos. Analista político. Evangelista. Advogado, casado com Cristiane Feu Rangel Vieira. Dois filhos: Jackson Rangel Vieira Júnior e Nayara Tristão Vieira. A Bíblia é sua regra de conduta e fé.

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