Ricardo Ferraço está mais preparado do que todos


O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) é o mais preparado político para ser o governador de todos os capixabas já nas próximas eleições. Moderno, preparado, pragmático e o único conhecedor do poder da era digital para reformatar o novo sistema republicano do Estado para atender a demanda da geração desta nova era. Os demais estão atrasados.

Em evento da Fundação Ulisses Guimarães, promovido pelo PMDB na Câmara de Vereadores em Cachoeiro-ES, o palestrante principal Paulo Hartung (PMDB) foi ovacionado como futuro governador do Estado, com apoio dos petistas presentes dividindo espaço com os peemedebistas, está cumprindo tarefa. E qual tarefa? Ser o candidato de Lula e Dilma no ES.

Não vou me alongar. O conferencista peemedebista ofereceu aos ouvintes mais atentos um conteúdo óbvio e sofrível. Está atrasado no contexto da revolução tecnológica exercida pela geração da nova era. Não vou nem mencionar o atual governador, mais atrasado ainda. Por isso, não temo em expressar minha preferência pelo senador Ricardo. Ele está à frente dos mencionados. Tem uma visão moderno do Estado. Além do mais, é de Cachoeiro de Itapemirim.

Há um erro crasso da geopolítica em preterir pela, segunda vez, o senador Ricardo Ferraço, que está preparadíssimo para ser gestor executivo com alto grau de resolutividade, principalmente, para debelar os nós nórdicos dados aos setores da Saúde e da Segurança. Não sei de sua posição sobre esse cursor político do momento.

Hoje, se fosse a eleição e ele candidato, o meu voto estaria comprometido com a sua proposição pragmática e programática.


 

Entre o Comunismo e o Golpe de 1964


 

Quando do golpe, eu tinha 1 ano de idade. De origem pobre não senti diretamente os males da ditadura. O brasileiro tem a cultura de escrever a história de acordo com a conveniência das elites e da pirâmide do alto a baixo. Óbvio, ninguém em sã consciência defende, na maioria, o estado de exceção, principalmente eu como defensor da liberdade ampla e irrestrita.

Contudo, precisamos ser mais leal aos fatos históricos sob pena de expandir o engo para as gerações em busca de suas origens. A preferência é pelo discurso politicamente correto, par agradar a massa desinformada. Porém, a verdade está sendo fracionada, com vistas grossas a atrocidades maiores pela regra da compensação.

Antes do chamado golpe militar, o período ditatorial foi nefasto no governo Getúlio Vargas, em aliança com o Nazismo de Hitler – o Livro Olga do biógrafo Fernando Morais relato com riquezas de detalhes – . Mas, a história faz vista grossa para essa linha do tempo, pelo atos positivistas, em momentos, pelo presidente que mais tempo no poder exerceu.

As mortes de civis na conta dos generais são repugnantes para nunca serem repetidos. Agora, o balanço do passado, daquele momento e do presente no difere quantitativamente sobre mortes? Para mim, em nada. A ditadura civil disfarçada é muito pior. Fugimos do comunismo e nos aprofundamos nele de modo mais sutil e fatalista nos dias de hoje.

O Brasil comemora uma democracia em que os jornalistas são vigiados e processados pelos colarinhos brancos com a força do poder econômico e político. Com sistema corrompidos e assassinados legalizados. Vivemos uma guerra civil sem controle entre facções nas favelas que mata mais do que as em curso no mundo todo.

A história merece ser melhor contada: que nossos  governantes têm orgasmo pelos ditadores da América do Sul, de Fidel Castro a Maduro. Sem hipocrisia, o País avançaria mais no Estado de Direito. Quem disfarça o passado, viverá sempre de máscara. O resto é história da carochinha. Eu não entro neste discurso fácil.