Capa épica da FOLHA DO ES do chamado “Abril Sangrento” de 2010

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Ricardo Ferraço foi retirado da disputa para governador em acordo advindo do Palácio do Planalto, em 2010. No mesmo abril, agora em 2014, foi preterido para dar vez ao ex-governador Paulo Hartung. História se repetindo com os mesmos protagonistas.

Paulo Hartung confirma ser candidato a governador do Espírito Santo



“Tenho discutido com lideranças a tese do PMDB ter candidatura própria para enfrentar os desafios e os gargalos que hoje prejudicam o desenvolvimento do ES”. Esta declaração faz parte do comunicado do ex-governador Paulo Hartung (PMDB-ES) para desmentir o mercado político de sua decisão de disputar a sucessão de Renato Casagrande (PSB).

O comunicado (04) muito bem preparado almeja – para não afastar os correligionários do entusiasmo do lançamento do seu nome na data certa do calendário eleitoral-  ganhar tempo para consertar algumas trincas, como acalmar a reação destemperada do senador Ricardo Ferraço (PMDB) que assustou até o vice-presidente Michel Temer ao defender a candidatura do atual governador.

Quando Hartung defende candidatura própria do PMDB, em sintonia nacional, e critica frontalmente Renato Casagrande dizendo que existem “desafios e gargalos que hoje prejudicam o desenvolvimento do ES”, está confessando sua disponibilidade para ser o protagonista do PMDB para esta tarefa. Ou seja, é candidato a governador do Espírito Santo.



Carlos Casteglione (PT) e CoopeSerrana desafiam Ministério Público e Poder Judiciário


O prefeito de Cachoeiro de Itapemirim-ES, Carlos Casteglione (PT) e a empresa CoopeSerrana se especializaram em ludibriar o Ministério Público e o Poder Judiciário com contratos sem licitação para transporte de alunos da rede municipal. O ano passado inteiro operaram sem licitação a pretexto de que a Justiça recusou o primeiro edital por erro e nessa fraude se fundamentam para movimentar milhões.

Não bastasse a afronta anual de 2013, iniciaram 2014 celebrando contrato em fevereiro e ,agora, aditivo de  R$ 2.497.307,76 (dois milhões, quatrocentos e noventa e sete mil, trezentos e sete reais e setenta e seis centavos), por prazo de 120 dias. O MP está auditando os contratos com muita dificuldade. O aditivo é muito maior do que o contrato original.

O prefeito e esta enigmática empresa desafia a luz do dia. É notória o motivo de sua presença no Município. Abrigar aliados e pagamento por fora.

Para não ser chato em narrativas diversas, vai ai em rosto do MP e Justiça a capacidade desavergonhada dessa parceria com dinheiro do contribuinte. Os responsáveis deveriam ser presos! A cópia do aditivo publicado hoje (4) no Diário Oficial:

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