O fim da humanidade


Quando se explora o tema sobre o fim, logo a mente é remetida às previsões apocalípticas desde da cultura cristã até outras mais remotas e recentes. No caso, não pretendo entrar no mérito místico ou religioso. A questão vai se restringir ao campo sociológico e antropológico, com visão intimista deste autor.

Pela linha do tempo, no inicio de tudo, os seres humanos estavam confortados na procriação, em povoar a terra e seu espaço sobejante. Catástrofes foram registradas e a humanidade holística sobreviveu. Aliás, matanças em guerras por ocupação de territórios e poder sempre existiram em era a era.
Estima-se cerca de 100 bilhões de pessoas já morreram desde que o mundo é mundo, um número sem precisão e questionável, porém serve para a lógica sobre o fim da concepção humana, entrando na ficção cientifica não mencionada logo no início, por presunção minha, sem psicodelismo.
O fim da humanidade começa a partir da revolução tecnológica e científica. As drogas sintéticas e a navegação virtual se tornaram para a maioria das pessoas viagens renitentes, sem bússola, gestando novas criaturas, inclusive de sua concepção “in vitro’. Eu sintetizaria como geração “Zumbi”.
A evolução, enfim, da humanidade em muitos campos da atividade humana, é a própria regressão da vida para uma finitude próxima. Muito próxima! O contato humano irá se restringindo em ponto contagioso e, então, creio no surgimento de uma nova raça de seres de potencialidade de auto-destruição.
Não vejo a vida cíclica, antes mais linear do que nunca se registrou. Os poucos movimentos manuais e analógicos serão de raridade fóssil. Sem se aperceber, como numa teoria do caos, aonde sempre existe uma ordem, a sociedade contemporânea não consegue mais conter-se nos limites da expansividade da mente, produzindo pensamentos infectados para a auto-aniquilação, sem os pilares de valores nos campos da moral, da ética e da tradição.
Simbolicamente, sistema de vida digital e de portas múltiplas dimensionais, resume-ser-ão em Caim vai matar Abel.

Publicado por

Jackson Rangel

Jackson Rangel Vieira, brasileiro, natural de Guaçui, Espírito Santo, com raiz em Cachoeiro de Itapemirim. Jornalista, nascido em 1963, combativo, responsável por produção de notícias e artigos. Analista político. Evangelista. Advogado, casado com Cristiane Feu Rangel Vieira. Dois filhos: Jackson Rangel Vieira Júnior e Nayara Tristão Vieira. A Bíblia é sua regra de conduta e fé.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.