Minha carta “pré” póstuma

Por Jackson Rangel Vieira

O derradeiro dia vem para todos debaixo do sol e da lua. O desejo sobre como será meu velório deixo escrito sem receio de arrependimento. Vou logo ao ponto: Deixarei orientado a alguém de minha confiança que se cumpra a risca o formato do enterro.

 A exceção de menos de cinco pessoas, os demais estarão proibidos de velar o meu corpo. O ataúde em cortejo será levado por quatro desconhecidos até aos sete palmos. Nada de cruz e lápide!

Deixarei uma carta explicativa sobre todas as pessoas que conviveram comigo a respeito dos motivos pelos quais não poderão chorar sobre o caixão; e aos que poderão, sem difamar, caluniar e injuriar. cada um entenderá nas palavras chaves do porquê não desejo suas lágrimas.

 A esta altura da minha vida, quem tinha de demonstrar amor ao meu ser, já teria expressado de modo que eu percebesse. Mesmo morto, impedirei lágrimas de conveniência. Farisaica. Sou um amado de Deus, disso bem sei.

Para garantir a vontade deste “falecido”, vou registrar em cartório  sob custódia em petição judicial para o seu cumprimento na íntegra . Autorizarei – e deixarei recurso para tanto – a contratação de seguranças para impedimento da entrada aos céticos e desavisados ou falsos inconformados.

Não quero ser promovido a “um homem bom” como todo falecido. Quando vim ao mundo não cultivei nas pessoas amor com mentiras para ser unanimidade. Só quem me amou e cuidou de mim terá o direito da saudade.

Quanto aos que não poderão velar, examinarão, tenho certeza, a si mesmos com acuidade. Quanto aos que terão passe livre para me ver de olhos fechados, também revelarei os motivos. Aos estranhos, entendo ser desnecessário ritualizar o momento, mesmo deles guardados no coração admiração e afeição de ouvir falar.

Como morto estarei, já na vida eterna, nada me importa qualquer crítica ou comentário em relação à minha não ortodoxa vontade por escrito. Este meu pensamento vem de muito tempo. Não sou especial em relação a ninguém, mas nunca precisei ser igual.

Claro que o resultado dessa dissertação é fruto do desamor e da incompreensão pela escolha do meu estilo de vida. Radicalizo muito na indignação sobre combater o que aprendi ser injustiça ao próximo, sem receber nada por isso, senão o conforto da minha consciência e cheio de dores inerentes aos semelhantes melhores do que eu imagino ser nesse quesito.

Prescrito, prescrito vou até ao final contra os abutres, por isso quero todo mundo longe de mim – os hipócritas, principalmente – , para não estimular falsos sentimentos para os puros de coração, aos que me ajudaram na minha jornada sem nada exigir, só pelo verdadeiro prazer de gostar de como sou ou de como era.

Atenciosamente. Perdão pelo revezamento dos verbos ( presente e futuro ), pois não é fácil escrever como se morto estivesse. Porém, entretanto, feliz, vou ressuscitar, em Cristo Jesus. Logo, não morrerei de verdade. Por isso, bem sei que posso ter essa petulância, pois a primeira morte é uma grande mentira para ao que crer de fé em fé.

Evangélicos assistem 50 tons de cinza, cristãos, não!

Cena do filme 50 Tons de Cinza
Cena do filme 50 Tons de Cinza

Por Jackson Rangel

Nem pensam em alienação e fundamentalismo por tratar do assunto a seguir, como será tratado. Sei entrar e sei sair sobre qualquer discussão, sem vender minhas convicções.

Harry Potter, Crepúsculo, 50 Tons de Cinza, Malévola e outros livros/filmes que são sucessos pelo mundo, enricando seus autores e atores, são concebidos para infectar a mente seduzida, com processo, dependendo do estágio, irreversível, transformando seus telespectadores numa legião de idólatras.

Evangélicos “gospemaníacos” e religiosos falsos piedosos estão infiltrados nas Igrejas e crucificando Jesus Cristo todos os dias. São pactuados com esse mundo místico, habitado por demônios famintos de almas. Cristãos com frutos da conversão repudiam, combatem em oração e orientam os incautos a não serem capturados pelos vírus hollywoodianos.

Para não construir texto enfadonho, pois este tema já é bastante debatido, emito opinião com base na minha intimidade com Deus: Quem entra nesse labirinto, seja por livros, pela televisão, pelo cinema, pelas redes sociais, são consumidores de pecados e transmissores, marcados para entrar pelo portal do caminho largo do inferno.

São adoradores de demônios que se apresentam em forma humana, anjos de luz, lindos e sedutores, sanguessugas de almas. Não há como estes, que trocam sua liberdade pela libertinagem, entrarem na porta estreita do Reino do Céus.

Estou fazendo a minha parte ao jeito mais ameno do que Jesus, João Batista, os apóstolos e os profetas tratariam se estivessem em nossa época.

Malagueta

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Ditado

Há um ditado popular machista que nunca ficará desatualizado: quando uma mulher quer transar, solteira ou casada, é como fogo morro acima e água morro abaixo, ninguém segura. As redes sociais alimentaram este adágio.

Dúvida

A Unimed Sul Capixaba passa por leve sopro quente. Desde de anunciado a construção do maior hospital da região ultramoderno para atender, principalmente, municípios ricos em petróleo, os cooperados não se entendem sobre o mega investimento ainda na planta.

Mega hair

As mulheres estão descobrindo aos poucos que colocar mega hair significa com passar do tempo destruir o cabelo original. Outras técnicas mais modernas estão surgindo como fitas adesivas. Agora cortar os fios longos para inserir os postiços é , simplesmente, insano, com alto cu$to.

Aberta sindicância para investigar fraudes na Junta Comercial de Cachoeiro-ES

O Junta Comercial do Espírito Santo abriu sindicância no último dia 11 para investigar irregularidades na sub-sede de Cachoeiro de Itapemirim. O ato administrativo foi em decorrência das denúncias publicadas no Portal da folhadoes.com.

A criação de uma comissão para apuração foi publicada no diário oficial do estado e assinada pelo presidente Paulo Vieira Pinto, que também é alvo das investigações, acusado de facilitar os trâmites dentro do órgão. Confira a publicação:

PORTARIA JUCEES Nº 0004/2015

O Presidente da Junta Comercial do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 247 da Lei Complementar nº 46/94.

RESOLVE:

Art. 1º – Nos termos do art. 249, “caput” e seus parágrafos 1º, 2º e 4º, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, fica criada Comissão de Sindicância, para apurar possíveis irregularidades ocorridas no Escritório da Junta Comercial de Cachoeiro de Itapemirim, conforme consta do Processo nº 69412804. Parágrafo Único – Na forma do parágrafo primeiro do art. 249 da Lei Complementar nº 46/94, fica estabelecido o prazo de 30 (trinta) dias, para a conclusão da Sindicância, a contar da data da instalação dos trabalhos, podendo ser este prazo prorrogado desde que haja motivo que justifique, mediante autorização da autoridade que determinou a abertura da sindicância.

Art. 2º – A Comissão de Sindicância

Será constituída pelos servidores efetivos, Iuri Aleksey Banhos Mamari – matrícula funcional nº 3246825, Angelo Santiago Federici Coutinho – matrícula funcional nº 2692740 e Eber Gonçalves Cordeiro – matrícula funcional nº 3030830, sob a presidência do primeiro.

Art. 3º – A Comissão de Sindicância

Terá plena autonomia para proceder todas as diligências necessárias à apuração dos fatos, bem como gozará de total preferência quanto à requisição de documentos a Junta Comercial do Estado do Espírito Santo.

Parágrafo Único – Todos os Servidores da Junta Comercial do Estado do Espírito Santo estão obrigados a atender imediatamente às convocações da Comissão de Sindicância.

Vitória, 11 de fevereiro de 2015.

Paulo Vieira Pinto

Presidente da JUCEES

Protocolo 12989

Conheça o caso:

O Ministério Público está apurando possíveis e graves denúncias de fraudes e irregularidades em andamento de processos por parte da direção e de servidores da Junta Comercial de Cachoeiro de Itapemirim-ES. Eles se valiam do órgão em benefício próprio e de suas empresas.

O esquema criminoso funcionava na manipulação dos livros contábeis dos contadores de empresas que eram clientes preferenciais da gráfica do marido da servidora Luciene Ramos Miranda. O marido, Elimário Miranda, o dono, levava e voltava em mãos com os livros para encadernar sem protocolo legal. Os documentos entravam de praxe, na porta da cozinha da Junta.

A situação se agrava, quando ex-chefe analista técnico da Junta Comercial, Sandro Zorzarnelle Coelho, no seu exercício, como contador também, julgava os próprios processos de modo célere dos clientes do seu escritório de contabilidade, sem obedecer a ordem de protocolo.

No dia 20 de setembro de 2012, por exemplo, a empresa R&A Embalagens LTDA, na qual ingressava como sócio Sandro e sua esposa Adriane Fiorese Dalvi (protocolo de número 121852814), solicitou alteração do quadro societário na Junta às 15h06 e o pedido foi concluído às 16h46, um caso inusitado de rapidez em detrimento dos demais contribuintes que passam por triagem burocrática mais longa de análise. Ele próprio julgou e carimbou o processo sem qualquer constrangimento moral e ético.

Tudo indica que as manobras da Junta de Cachoeiro tem apoio da presidência em Vitória. Exemplo disso foi quando a referida empresa pediu a sua paralisação ou desativação por conta de denúncias de ter antecipado o seu processo. Com o mesmo modus operanti, o presidente do órgão superior, Paulo Vieira Pinto, aprovou o processo no dia de dezembro de 2014, das 14h35 às 14h47 (em 17 minutos), com dada retroativa a fevereiro do mesmo ano, um escândalo. Quem deu andamento, ou assinou e carimbou o ato o servidor Jonas Dalvimar.

Outro esquema de corrupção dentro da Junta de Cachoeiro, tradicional, eram as festas promovidas por propinas disfarçadas de contadores com mais privilégios em detrimentos de outros nos seus processos de clientes. Quem recolhia o dinheiro dos festejos e “presentes” de agrado aos diretores era a servidora Creuza Gonzalo dos Santos.

O procedimento investigativo do narrado pela FOLHA responde no MP com o número 201400010203-38. E no Conselho Regional de Contabilidade a denúncia foi protocolada no dia 10 de fevereiro sob a responsabilidade da fiscal Renata Demoner.

fonte:folhadoes.com

Malagueta

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Curtido

O pretenso multimídia Lucas de Oliveira, de Cachoeiro de Itapemirim-ES, compra seguidores no instagram e curtidas em fotos. Quem é curtido, sabe que a vida não é feita só “status” cheio de fakes. Isto se chama estelionato virtual. Tem seguidor até do de Hong Kong.

Esperteza

A Igreja Católica é muita esperta. Cria um Tribunal Eclesiástico para ganhar dinheiro sobre julgar atos “administrativos” avalizados só por elas. Como anulação de casamento para o novo casal achar que está contraindo matrimônio pela primeira vez! Tenha dó!

Loucura

As pessoas estão ficando doidas de clínica por falta de referências moral, ética e espiritual. Anda pelas ruas da cidade seja dia ou noite e encontrar-se-á homens e mulheres falando sozinho ou com alguém que os olhos comuns não podem enxergar. De arrepiar.

Faculdade

A Faculdade do Espírito Santo, ou uma das mais, que enricou foi a São Camilo, com sede em São Paulo, filial em Cachoeiro-ES. A antiga FAFI – Faculdade de Filosofia – não quer saber da capacidade do estudante ingressar no ensino superior. O negócio é money. Virou uma cidade ou fábrica de fazer diplomados que podem se salvar pelo seus próprios esforços redobrados.