Destruíram o Grupo Itacar criado por Delvo Perim, ícone do orgulho cachoeirense

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Delvo Perim foi o visionário idealizador do Grupo Itacar

O Grupo Itacar, criado pelo saudoso Delvo Perim, pereceu recentemente, sem alarde, em Cachoeiro de Itapemirim-ES. Especializado no setor automotivo, com destaque para a marca popular Volkswagen, aos poucos, os carros foram desaparecendo do pátio e os letreiros sendo retirados, além da falência de outros negócios paralelos que somados representou a glória econômica da região e ícone de inspiração dos cachoeirenses e capixabas.

A geração sucessora, sem talento para gerir o legado, imiscuiu-se em guerra fria entre os herdeiros, culminando com a derrocada dos negócios lucrativos e em expansão com a morte do empresário Luiz Rogério, genro de Delvo Perim, conhecido como um um midas financista. Além de manter a Itacar, criou novos empreendimentos lucrativos. Ele morreu com a queda do avião da Gol em 29 de setembro de 2006.

Hoje, um grupo de fora assumiu o controle do espaço físico e estrutural e a família Perim mantém negócios sem unificação entre mãe e filho com o espólio de alguns milhões resultado da desfragmentação comercial do Grupo Itacar. O empresário Clemente Sartório, de forma tímida, mantém a Itacar Motos e a concessionária Planeta H, Honda, como lembrança do império que ruiu de vez no ano de 2015.

Até o espólio de Delvo Perim virou caso de Justiça e escândalo por ação do MPF, conforme sentença há quatro anos: http://trf-2.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/18963527/remessa-ex-officio-reo-199950020303509-rj-19995002030350-9. Fim de uma história!

Camilo não comparece e juiz denunciado suspende audiência com jornalista

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No dia 3 de dezembro, o juiz eleitoral George Martins, pelo CPP, foi obrigado a suspender a audiência com o jornalista Jackson Rangel Vieira, acusado no processo de caluniado, injuriado ou difamado o empresário Camilo Cola (PMDB) de compra de votos durante a eleição de 2014. O ex-deputado não compareceu à audiência como testemunha de sua própria corrupção eleitoral. Estada, segundo seu advogado, regaladamente na sua Fazenda Pintodas, seu “paraíso”.

Independente da denuncia do jornalista na corregedoria contra o magistrado por perseguição política e omissão no exercício da função, O MP-ES acatou a denúncia que , de fato, não é do denunciante e sim da Procuradoria Regional Eleitoral. Logo, o feito é uma aberração.

O fato é que está posta a denúncia à corregedoria e depois ao CNJ com linha do tempo e provas  dos atos de ofício rotineiros do  juiz contra o jornalista, numa linha de conluio de demais juízes eleitorais, exceções, com objetivo claro de impedir o ímpeto da denúncias constantes aos mesmos contra anomalias sentenciais em escolha preferencial sobre apenas um acusado; o jornalista. Intimidação. Pusilanimidade! Tudo será , agora esclarecido, nas corregedorias das instâncias em que estão submetidos.

A Comarca de Cachoeiro-ES está acostumada a receber favores do Executivo e Legislativo, além de pleitos contaminados, homenagens de massagem ao ego dos políticos e poderes econômicos.

Não sou bandido e os que são não me puxarão para chafurdar na lama, justamente, para me desacreditar depois de mais de 30 anos de jornalismo. Isto, não!