Perdi o prazer de escrever sobre a falência do Brasil pelo PT


Como jornalista, na última década, torne-me chato em críticas e denúncias contra o PT e a falência do Brasil pelos membros do partido nascidos do seio da Igreja Católica, no movimentos eclesiais de base, o que muita gente faz questão de esquecer.

Na minha cidade, Cachoeiro de Itapemirim, a mesma aonde de Roberto Carlos que nenhum prazer tem em recordar, fui e sou castigado até hoje pelas instituições e gente ligadas ao petismo e ,diretamente, por seus integrantes. Tentam me censurar o tempo todo com apoio do Judiciário.

Quando escrevi que o o prefeito Carlos Casteglione estava roubando os cofres públicos com assessores, em formato de quadrilha, ele não tinha nenhum processo – nem cível e nem penal – .

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Agora, engessado, mas solto, com sentenças judiciais em menor quantidade do que o factual, com o PT nacional morrendo em meio a tanta corrupção, parece-me notícia de senso comum, a toda hora, os meios de comunicações informarem, repetidamente, os segundos de vida, na UTI, da organização comandada pelo ex-mito Lula e seu reflexo embotado, Dilma,

O PT conseguiu a façanha de acabar com a rara boa imagem da política, arrastando a todos para o abismo de Dante. Pior! Carcomeu as instituições governamentais e corrompeu as organizações independentes, particulares, de associações de bairros ao cooperativismo em geral.

Termino, sem muita novidade, este artigo, que o PT e seus fiéis destruíram a família cristã e perverteu as tradições religiosas ao conceito mais baixo no que estabelece programas de controle, constituindo currais eleitorais com derrame de dinheiro pelos instituições adentro e pelas portas escancaradas de igrejas, óbvio, com exceções.

Sobre o que o PT fez com os Três Poderes está aos olhos vistos: o Legislativo é um capacho e o Judiciário, seduzido, usurpou atribuições de legislar e também do executar, gerando uma Hidra de Lerna.

Publicado por

Jackson Rangel

Jackson Rangel Vieira, brasileiro, natural de Guaçui, Espírito Santo, com raiz em Cachoeiro de Itapemirim. Jornalista, nascido em 1963, combativo, responsável por produção de notícias e artigos. Analista político. Evangelista. Advogado, casado com Cristiane Feu Rangel Vieira. Dois filhos: Jackson Rangel Vieira Júnior e Nayara Tristão Vieira. A Bíblia é sua regra de conduta e fé.

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