Renuncio ao título de “evangélico”


Perdão aos verdadeiros Evangélicos Seguidores de Jesus Cristo se decepciono com o texto a seguir, que se trata de uma experiência pessoalíssima, ressalvando exceções, que trouxe-me à luz de convicções antes ignoradas. Não sigam minhas ideias. Criem as suas. Ou mantenham aonde estão. Só respeitem as minhas.

Não façam comparação com Caio Fábio, ícone dos evangélicos até aos anos 90, quando depois de muito se remover na lama, entendeu que os “crentes” tornaram-se em apenas grupos impiedosos e desafeiçoados sobre o propósito do verdadeiro propagador do Evangelho. “Evangélico”, hoje, é termo pejorativo.

Desde minha meninice praticava religião sem denominação, de modo puro, compromissado apenas com o Criador, sem doutrina, até que me enveredei para o caminho da religiosidade gestada pelas mentes humanas, numa combinação de verdades Bíblicas com mentiras eclesiásticas.

Tive experiências, na idade adulta, horríveis com pastores mercenários, politiqueiros e igrejas – mesmo a que fundei com outros irmãos ( Primeira Igreja Batista do Village da Luz) -, doando e me doando, caindo em depressão por causa do sistema organizador e condutor dos evangélicos destituídos da espiritualidade, só com o imperativo teocrático.

Sou cristão apenas, aquele que segue o exemplo de Cristo e suas mensagens, – no momento, muito aquém do esforço primeiro de submissão às hierarquias heréticas de outrora-  , agradando a homens – anestesiado -, pensando estar agradando a Deus. Tenho vergonha! Sei que não preciso me arrepender daquilo que não tinha conhecimento, como muitos fiéis em todo mundo.

Como jornalista não posso, em tese nesse tecido corroído, ter fome e sede de justiça, nem denunciar como todos profetas fizeram em seus tempos contra governos em favor de incautos, sem a patrulha religiosa a quem servi décadas. “Poxa, você é irmão, evangélico, não pode escrever assim, falar deste modo”. Cambada de infelizes e facciosos. Exaltando o amor sem justiça.

Tenho muito a dizer sobre o tema, porém concluo assim: não sou evangélico. Não invoque o nome de Deus dirigida a mim na tentativa de me constranger ou me fazer sentir culpa. Sou cristão sem denominação. Vou para o céu! Isto é entre mim e meu Deus.

Publicado por

Jackson Rangel

Jackson Rangel Vieira, brasileiro, natural de Guaçui, Espírito Santo, com raiz em Cachoeiro de Itapemirim. Jornalista, nascido em 1963, combativo, responsável por produção de notícias e artigos. Analista político. Evangelista. Advogado, casado com Cristiane Feu Rangel Vieira. Dois filhos: Jackson Rangel Vieira Júnior e Nayara Tristão Vieira. A Bíblia é sua regra de conduta e fé.

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