Muita calma nessa hora prefeito !


O prefeito de Itapemirim-ES, Thiago Peçanha (PSDB), neófito – uma virtude nos dias de hoje – vem sofrendo revés desonestos e letais no seu mandato desde abril. Os ataques do comandados do antecessor não cessam.

Na semana passada, vergonhosamente, a Câmara do Município, com diferença de 1 voto inocenta Luciano de Paiva (PROS), condenado em três sentenças de colegiado no TJES como formador de quadrilha. Os parlamentares foram corajosos e comparsas.

Antes disso, seu braço direito, gerente geral da Prefeitura, José Mauro, foi assassinado a sangue frio em sua residência. O prefeito tenta pacificar a cidade, mas o manto do medo se move célere sobre a sua gestão, afligindo a pessoa do mandatário.

Por último, numa emboscada preparada pelas “viúvas” do prefeito afastado, prepararam uma perseguição ao assessor da área de comunicação na madrugada de sexta-feira, quando o mesmo se preparava para cobertura de um feira popular.

Falhas no jornalismo impaciente e doloso: descreve noitada de uma pessoa só. O guarda municipal, fora de serviço, que teria abortado o coordenador de comunicação com arma no coldre, foi secretário de Segurança do prefeito afastado.

Fala-se em bebida, entretanto nenhuma filmagem ou foto comprova tal suposto fato, antes pelo contrário, mostra um agente público calmo entrando no seu carro, acuado e com medo, em perseguição. A vítima chegou pedir socorro à polícia militar.

Quanto ao jornalismo aplicado, se fosse opinativo, até poderia produzir dúvidas, entretanto, um site recente fez malabarismo com o assunto O seu proprietário  foi demitido do setor de comunicação, coincidentemente, pelo emboscado.

O outro, mais tradicional, o Maratimba, buscava publicidade com a prefeitura sem agência, com edital para ser lançado. A pegadinha foi mal feita. O carro estava a serviço da Prefeitura. Não existiu noitada! E fazer lanche não é crime. Extorquir é!

Mesmo, visivelmente, sob essa áurea de medo, pelo sim ou pelo não, o prefeito pode muito bem, justo e correto, abrir procedimento administrativo para apurar os fatos, ouvindo todos os lados, principalmente dos agentes públicos envolvidos.

Um prefeito justo deixa de ser vítima das injustiças e nem fica assombrado com os fantasmas orquestrados pelo antecessor que ainda manda na banda podre da política local. A liberdade de expressão tem que estar conectada com a verdade.

Se existir fato novo que contraponha o descrito, volto atrás, eu que tenho sido crítico da administração em aspectos já sabidos e publicados neste mesmo blog.

 

Publicado por

Jackson Rangel

Jackson Rangel Vieira, brasileiro, natural de Guaçui, Espírito Santo, com raiz em Cachoeiro de Itapemirim. Jornalista, nascido em 1963, combativo, responsável por produção de notícias e artigos. Analista político. Evangelista. Advogado, casado com Cristiane Feu Rangel Vieira. Dois filhos: Jackson Rangel Vieira Júnior e Nayara Tristão Vieira. A Bíblia é sua regra de conduta e fé.

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