O “Grito de Mansur”


foto Mansur
Mansur não suportou os atropelos nas pautas e exigiu um basta

A surpresa da sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Cachoeiro de Itapemirim-ES foi uma reação atípica do socialista Higner Mansur. Ele é visto como um gentleman da política cachoeirense, de fala articulada, culta e literária, porém da tribuna deu um soco acompanhado de um grito que foi ouvido em todos os quadrantes do prédio da Casa de Leis.

Quem presenciou deu um sobressalto e fitou os olhos em suspense pela boca tem quem veio. Foi um grito de protesto, literal, figurativo e metafórico. Foi uma sinalização contra o atropelamento das pautas de projetos que ludibriam os trâmites normais ou morais. Sua indignação foi bem entendida.

Essa sessão será marcada, talvez, historicamente, como “O Grito de Mansur”. O recado foi assimilado pelos colegas. O pequeno grande parlamentar aceita perder no plenário, sem espernear, contudo, dentro do arcabouço regimental, constitucional e da Lei Orgânica.

Depois do “Grito de Mansur”, ninguém sabe de que forma pode ser expressada a sua próxima indignação.

Publicado por

Jackson Rangel

Jackson Rangel Vieira, brasileiro, natural de Guaçui, Espírito Santo, com raiz em Cachoeiro de Itapemirim. Jornalista, nascido em 1963, combativo, responsável por produção de notícias e artigos. Analista político. Evangelista. Advogado, casado com Cristiane Feu Rangel Vieira. Dois filhos: Jackson Rangel Vieira Júnior e Nayara Tristão Vieira. A Bíblia é sua regra de conduta e fé.

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