Tatuagem: A sociedade em mutação na pele


O grupo de pessoas tatuadas nos dias atuais não figuram como minoria discriminada. Pelo contrário, formam tribos em ascensão na escala social. As mulheres são consideradas progressistas e liberais. Os homens acompanham no mesmo nível. Ambos, atraindo os não tatuados ou tatuadas.

Vários estudos tem sido realizados em nível sociológico, principalmente, na área da sexualidade. O sexo masculino considera mais fácil se aproximar e ter relação casual com uma mulher tatuada em detrimento de uma sem nenhuma marca em desenho na pele. A mulher não tatuada acha o seu oposto tatuado mais atraente.

Em síntese, está cada dia mais comum, independente de religião ou faixa etária, classe social, a nova geração marcar a pele como gerando código de pensamentos ou estilo de vida, identidade e comunicação visual. Das tribos nativas para a civilização urbana.

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Publicado por

Jackson Rangel

Jackson Rangel Vieira, brasileiro, natural de Guaçui, Espírito Santo, com raiz em Cachoeiro de Itapemirim. Jornalista, nascido em 1963, combativo, responsável por produção de notícias e artigos. Analista político. Evangelista. Advogado, casado com Cristiane Feu Rangel Vieira. Dois filhos: Jackson Rangel Vieira Júnior e Nayara Tristão Vieira. A Bíblia é sua regra de conduta e fé.

2 comentários em “Tatuagem: A sociedade em mutação na pele

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