Hedonismo: estamos perto do zoofilismo a partir da boca da professora no pênis de aluno, ensinando “fazer o certo”

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Zoofilismo já praticado timidamente na sociedade hedonista moderna

O vídeo autorizado pelos presente e divulgado nas redes sociais, há dois dias, numa escola de São Paulo, chocou os mais pudicos – com razão – , mas não faz cócegas para quem tem consumido de tudo nas novelas da Rede Globo e pela própria internet.

Uma suposta professora colocando camisinha num pênis ereto – glande cobaia – para ensinar como usar a boca com maestria, engolindo-o e deixando o preservativo em ponto de uso. A platéia de estudantes gracejava e aplaudia a habilidade da professora.

Da discussão sobre o que é arte  e pornografia, as escolas têm ensinado mais em como seu corpo docente vai ser melhor meretriz e bandido maioral, menos aprender português, matemática e matérias essências para o desenvolvimento do raciocínio logico.

Já aceito o acasalamento homossexual como de essência natural, agora, como praticado pelos antepassados, os seres humanos vão partir para o zoofilismo – homem ou mulher com animal -. Não havendo maus tratos ao bicho, estará tudo bem com a associação de proteção ao animal.

A outra fase, mais futuristas, será copular com corpos cibernéticos no avanço tecnológico, substituindo o ser humano por uma máquina com reflexos programados, talvez, com maior capacidade química de produzir prazer. Coisa de louco, mas será normal. Seremos chipados. Não há Deus neste negócio!

Ninguém sabe ao certo, nem os adeptos de que o prazer é a felicidade, do vale tudo, para onde a sociedade está no assentamento moral, conjunto de valores formados a partir do aprendizado. Estamos avançando ou voltando às práticas de instintos primitivos?

 

Depois de 11 anos, pilotos são condenados pela tragédia do voo 1907 que vitimou 154 pessoas, 11 cachoeirenses

Depois de 11 anos, a Justiça Federal de Mato Grosso condenou a 3 anos de reclusão os pilotos americanos Joseph Lepore e Jan-Paul Paladino pelo acidente do avião da Gol que deixou 154 mortos em 27 de setembro de 2006.

11 cachoeirenses foram vitimados. Um choque ainda lembrado pelos familiares dos entes queridos.

Depois de 11 anos, a Justiça Federal de Mato Grosso condenou a 3 anos de reclusão os pilotos americanos Joseph Lepore e Jan-Paul Paladino pelo acidente do avião da Gol que deixou 154 mortos em 27 de setembro de 2006, em Peixoto de Azevedo (MT).

Lepore e Paladino pilotavam o jato Legacy, que colidiu com o Boeing da companhia aérea.
Segundo a Justiça Federal, o processo judicial transitou em julgado em 2015 e até agora era debatido o cumprimento da sentença. A decisão já foi informada à Polícia Federal, ao Ministério das Relações Exteriores e à Interpol.
A sentença é do juiz federal André Périco Ramires dos Santos. A prisão, segundo o despacho do magistrado, deve ser imediata. A reportagem não conseguiu contato com os advogados de Lepore e Paladino. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O caso
Uma viagem que deveria ser de descanso e lazer acabou vitimando 154 pessoas, entre elas um grupo de 10 amigos de Cachoeiro de Itapemirim que voltavam de uma pescaria no rio Madeirinha, Amazonas. Em 29 de setembro de 2006, o voo Gol 1907 de rota comercial doméstica partiu do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, com destino ao Galeão, no Rio de Janeiro.
Enquanto sobrevoava o estado de Mato Grosso, colidiu com o jato Legacy e caiu. Ninguém da aeronave sobreviveu. Na época, o acidente comoveu todo o Brasil, e parou o Espírito Santo.
Isso, porque na lista dos 154 mortos divulgados pela a empresa aérea, 14 deles eram moradores do Estado. Dez moravam em Cachoeiro.
Grupo de amigos de Cachoeiro-ES que estavam no voo da Gol
Capixabas mortos no acidente:
Erthelviane Bortolozo Nunes – auditora ambiental, morava na Grande Vitória.
Eteuvino Lins – morador da Grande Vitória.
Eugênio Carlos Lesqueves – engenheiro agrônomo aposentado, 58, era casado e tinha duas filhas. Havia viajado com um grupo de amigos para pescar em rios do Amazonas. Morava em Cachoeiro de Itapemirim.
Hélio Antônio Godoy – dono de uma loja de caça e pesca, 50 anos.
Huederfidel Viana – médico anestesista, 46 anos. Era casado e tinha dois filhos.
João Leal – sócio-proprietário da agência Pantanal Turismo, João Leal era o responsável pela excursão que levou o grupo de pesca ao Amazonas.
Júlio Guidi – empresário do setor de mármore e granito, 39 anos. Era casado e tinha dois filhos.
Luiz Albano Vieira Custódio – dentista aposentado, 68, era casado e tinha cinco filhos.
Luiz Rogério Benedito Lobato – empresário da concessionária da Volkswagen, separado, três filhos.
Marcelo Ferreira Machado – morador da Grande Vitória.
Marlon Machado – secretário Municipal de Serviços Urbanos de Cachoeiro do Itapemirim, 44 anos.
Mozart Sant’Anna Junior – radiologista, 56 anos.
Ricardo Leandro de Souza – dono da revista Sociedade Capixaba, 33 anos.
Ronaldo Noé – proprietário de uma ótica, 53 anos. Era casado e tinha três filhos.
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TRE declara juiz de Água Doce do Norte suspeito de julgar o prefeito ao presentear a irmã do réu com frasco de perfume

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, Juiz Edmilson Rosindo( centro) está impedido de julgar prefeito no ES

Seguindo parecer do relator Helimar Pinto, o Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES) acolheu denúncia do PMDB de Água Doce do Norte e afastou o juiz eleitoral Edmilson Rosindo Filho, titular da 23ª Zonal Eleitoral, sediada em Barra de São Francisco, do julgamento da ação movida pelo candidato derrota, Abraão Lincon Elizeu, por prática de crime eleitoral supostamente cometido pelo prefeito reeleito Paulo Márcio Leite Ribeiro (DEM)

Durante as eleições de 2016, Paulo Márcio, conforme a ação proposta pelo advogado Leonardo Pimenta, teria cometido abuso de autoridade e de poder econômico, dentre outras coisas, por distribuir combustível para eleitores e concedendo reajuste salarial a servidores municipais de forma discricionária, na suposta intenção de compra de votos.
O partido requer a cassação do diploma dos eleitos, além da decretação da inelegibilidade por oito anos. O processo ainda deve ser julgado na primeira instância com a possibilidade de recurso junto ao TRE-ES.

Os recorrentes pediram o afastamento do juiz Edmilson Rosindo do caso alegando ser ele amigo do prefeito, razão pela qual as ações contra o chefe do Executivo não prosperarem na Comarca.

Para comprovar a tese, a defesa do peemedebista anexou fotos das redes sociais que demonstrariam relações de amizade entre o juiz e o prefeito. Uma das imagens foi feita no aniversário de uma irmã de Paulo Márcio, onde o magistrado a presenteou com um pequeno frasco de perfume.