Magno Malta como vice de Bolsonaro revela dois iguais na bandidagem política


 

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Bolsonaro e Magno: as más companhias corrompem os bons costumes

A entrevista recente do pré-candidato Jair Bolsonaro (PSC) – ainda não validou sua saída do partido – , para emissora do Piauí, confirmando que Magno Malta (PR) será seu vice e com essa dobradinha, segundo suas declarações, “nem haverá segundo turno”, é estarrecedora. O republicano representa a escória e a imoralidade da política no ES.

Para muitos correligionários ou apoiadores da candidatura de Bolsonaro essa possibilidade pode significar o fim da progressão do chamado “Bolsomito”. Magno Malta tem antecedentes criminosos de recebedor de “propina” do então presidente José Carlos Gratz, atualmente preso. Lavava dinheiro, via cheques nominais do Banestes, na sua instituição Vem Viver, casa de recuperação de toxicômanos no município de Itapemirim-ES.

Bolsonaro, ao dizer que está “namorando” o senador capixaba, oriundo da Bahia, consegue no ápice da sua segunda colocação, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula (PT), levantar desconfiança sobre a marca de “político honesto”. Magno é conhecido nos bastidores do mercado político como destruidor de lares mesmo antes de assumir a cantora e a ex-deputada federal, Lauriete.

O senador é a personificação da imoralidade por todos os ângulos, principalmente pela captação de recursos advindos do Ministério dos Transportes desde seu primeiro mandato de senador, comandando o Denit-ES por anos. Ele é conhecido pela capacidade manipuladora forjada no seio evangélico para andar em todas os caminhos religiosos à semelhança do que se chama de “falso profeta”.

Com retórica afirmativa e metáforas, engana parte do povo capixaba e a nação brasileira. Ao convencer ou ser convencido por Jair Bolsonaro a formar dupla, ambos se revelam qualificados como aquilo que dizem combater: a imoralidade na velha política. Se mostram neste momento tão bandidos quanto os que desmoralizam o Brasil. “Canalhas, mil vezes canalhas…” se confirmada esta junção por osmose.

*PS: eu era Bolsonaro até essa entrevista e revelação de quem seria seu vice

Publicado por

Jackson Rangel

Jackson Rangel Vieira, brasileiro, natural de Guaçui, Espírito Santo, com raiz em Cachoeiro de Itapemirim. Jornalista, nascido em 1963, combativo, responsável por produção de notícias e artigos. Analista político. Evangelista. Advogado, casado com Cristiane Feu Rangel Vieira. Dois filhos: Jackson Rangel Vieira Júnior e Nayara Tristão Vieira. A Bíblia é sua regra de conduta e fé.

Um comentário em “Magno Malta como vice de Bolsonaro revela dois iguais na bandidagem política

  1. O povo brasileiro que achar que que Bolsonaro vai melhor o Brasil está completamente enganado,pois a bandidagem que domina o Planalto já vem a século, o único lugar no Brasil onde pode se apossar do dinheiro público
    é somente no Planalto e nada acontece com os políticos corrupto, se ele achar que vai mudar o Brasil é acabar com
    os bandidos, aqueles políticos corruptos e o chefão deles mandará dar um fim nele.Aqui é o Brasil a terra dos políticos desonestos e corruptos que mandam no Brasi.Politicos honesto não tem vez aqui não.

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