DER-ES emite nota de esclarecimento sobre transporte clandestino

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Nota Oficial do DER-ES refuta negligência sobre fiscalização de transporte clandestino

Como de habitual, o diretor do DER-ES, Enio Bergoli, responde com celeridade aos questionamentos sobre o setor. Em menos de 1 hora, o Departamento Estadual de Rodagem emitiu nota esclarecendo sobre a atuação dos fiscais quanto ao transporte clandestino de passageiros no sul do ES, refutando quaisquer negligências em relação ao papel do órgão neste sentido.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Com relação à reportagem “DER FAZ VISTA GROSSA NO ES PARA TRANSPORTE CLANDESTINO DE PASSAGEIROS”, publicada nesta quarta-feira (10) no Portal Folha do ES, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-ES) informa que as equipes de fiscais estão presentes em todo o Estado para inibirem e autuarem motoristas que praticam o transporte clandestino, entre outras irregularidades.

Nos dois últimos meses de 2017, na Região Sul, foram realizadas 32 operações, que resultaram em nove autuações. As operações do DER só podem ser realizadas em rodovias estaduais, não cabendo ao Departamento a fiscalização em vias municipais, como no caso das proximidades da Rodoviária de Cachoeiro, citada na reportagem.

Entre os veículos, o DER só tem poder para fiscalizar aqueles a partir de 9 lugares. Veículos de passeio de até 8 lugares não podem ser fiscalizados pelo DER. O FIAT DOBLÓ que aparece na foto e nos vídeos da reportagem é caracterizado como de passeio. Portanto, não era de competência do DER abordá-lo.

Uma dificuldade para se flagrar o transporte clandestino em vias estaduais também se deve ao fato de, quando há uma operação em andamento, os motoristas notam a presença das equipes e avisam a outros condutores da presença da fiscalização na área, dificultando a ação dos fiscais.

Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Espírito Santo (DER-ES)

DER faz vista grossa no ES para transporte clandestino de passageiros

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Enio Bergoli, prometeu agir, mas nenhuma operação foi promovida até agora

O diretor do Departamento Estadual Rodagem (DER-ES), Ênio Bergoli, 53 anos, é considerado um bom técnico da pasta, mesmo com formação agrônoma. Entretanto, ele pode sujar as mãos de sangue em caso de morte com transporte clandestino no sul do ES.

A FOLHA DO ES fez matéria alertando para a anarquia de vans e assemelhados fazendo pontos e paradas em Cachoeiro de Itapemirim com linhas paralelas, hoje, com maior demanda criminosa para as cidades litorâneas. Situação vergonhosa!

Ênio, pela seriedade como se apresenta no trato da coisa pública, por enquanto, descarta-conivência dele ou de fiscais responsáveis para conter o congestionamento desses veículos que não passam por inspeção e muitos em estado degradante.

A morte ronda as estradas com o transporte clandestino de passageiros no sul do ES. O assunto é tão sério que o Congresso Nacional está em fase de aumentar a punição para quem faz uso dessa clandestinidade. Espera-se providências urgentes do diretor do DER.

*MATÉRIA DA FOLHA: CLIQUE PARA LER E ENTENDER O CASO

Projeto eleva pena para transporte clandestino de passageiros

 A Câmara analisa proposta que aumenta a pena por transporte clandestino de passageiros. O texto (PL 8566/17) é de autoria do senador Acir Gurgacz (PDT-RO).

O projeto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB – Lei 9.503/97) para tratar de forma diferente as infrações pelo transporte irregular de pessoas e de bens.

Atualmente, as duas modalidades de transporte clandestino são classificadas como infração média, punidas com multa, apreensão e remoção do veículo. Além de fazer uma separação, o projeto altera a punição estabelecida para cada uma das infrações.

No caso do transporte não licenciado de pessoas, a infração passa de média a gravíssima. O motorista ainda pode ter suspenso o direito de dirigir e o recolhimento da habilitação.

Quando o transporte irregular for de bens, permanecem a classificação da infração como média e a penalidade de multa. O texto elimina, entretanto, a previsão de apreensão do veículo, substituindo a remoção pela retenção.

Tramitação
A proposta será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, segue para apreciação do Plenário.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

A hipocrisia no mundo da celebridade internacional está no seu ápice

Reese Witherspoon holds the award for Best Television Limited Series or Motion Picture Made for Television for "Big Little Lies", HBO, at the 75th Golden Globe Awards in Beverly Hills
hipocrisia das celebridades contra “assédio sexual” em Hollywood 

As últimas notícias sobre protestos e denúncias no mundo das celebridades internacionais, principalmente, chegaram ao seu ápice no que tange à hipocrisia nas relações interpessoais entre os artistas.

A acusação no atacado de atrizes em volume mira atores e diretores que há 30, 20,15, 10,5 anos atrás praticaram assédio sexual – ninguém falou em estupro -. Do acontecido, porque não deram queixa? Só o homem assedia?

Bem, a maioria dos casais se conhece nos espaços de trabalho, muito mais ainda os artistas que se juntam e se separam como trocam de roupas. O chamado “teste do sofá” sempre existiu e sabido por quem se submete a ele.

Agora, a expressão mais esdrúxula saiu de uma atriz que descreveu o assédio pela cantada que recebeu do colega. É para se perguntar, qual linguagem é aceita para tentar flertar, ter sexo casual ou compromissado, senão pela construção labial?

Em pleno sexo 21, depois de rodadas na carreira, criam movimento – em alguns casos justos – para exaltar o puritanismo e excluir da vida cotidiana as formas tradicionais do homem e da mulher de tentarem se encaixar, é dose cavalar de hipocrisia.

O movimento feminista lutou para liberdades e sexo livre, direitos iguais uma ova! Se houvesse o reverso, quantas celebridades masculinas não ingressariam com a mesma reclamação de assédio de atrizes, erotizadas, para conseguir um papel?

Os artistas franceses, que ironizaram o protesto coletivo na entrega da premiação do Globo de Ouro, estão mais próximos da verdade. Aplauso para Catherine Deneuve, atriz renomada, e outras 99 francesas pelo ‘direito’ dos homens de cantarem as mulheres.

 

Processo não é atestado de inidoneidade

Chama atenção o caso da Cristiane Brasil nomeada Ministra do Trabalho e barrada de tomar posse porque havia registro de duas condenações trabalhistas oriundas de dois seus ex-funcionários. A decisão foi de um juiz federal que invocou o princípio da moralidade.

Ora, ação judicial é disputa de direito. Inclusive, o perdedor dela, quitando com a punibilidade, em tese, deveria ter extinta qualquer mácula, senão todos os processados no Brasil, principalmente empresários em caso análogo, seriam bandidos.

Além do mais – não há de se ater sobre competência ou incompetência no caso da ministra não empossada – , a Justiça não é expedidor de carteira de idoneidade. Se Cristiane Brasil é imoral para assumir a pasta, também é para ser deputada federal.

O mesmo princípio, da inidoneidade, deveria ser aplicado para tudo, a considerar o entendimento judicial de que uma vez réu, excluído está como individuo funcional na sociedade. Por depuração tão rigorosa, os próprios magistrados deveriam se auto punir.

Se perguntar ao trabalhador comum se é moral o ganho real e agregado de um juiz no Brasil, de 1 a 10, responderá: “uma vergonha”. Além do mais, neste exato momento, o Poder Judiciário não é o melhor exemplo de puritanismo legal das instituições.

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