Relançamento do Jornal do Brasil impresso foi a ressurreição do retrocesso


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O impresso será apenas uma sombra diante da realidade digital

O relançamento do impresso do Jornal do Brasil, dia 25, um dos ícones do jornalismo até os anos 90, foi um tiro no pé dos seus “sonhadores” em plena revolução digital e cibernética. O tempo real não permite mais a informação de hoje no dia seguinte.

O papel, não somente no campo da Imprensa, está com os dias contados. Só importa para a ultima geração que é analógica. Mais 5 anos, restará apenas o saudosismo para o leitor entre 60 e 80 anos. A redação do JB é composta, justamente, por jornalista da velha guarda.

Será uma aventura de verão, aproveitando-se do período eleitoral. O impresso ainda sobrevive nos grotões do País, com distribuição gratuita, porque as bancas fecharam por causa do fim da loja física e o renascimento do espaço virtual em todas as atividades produtivas.

O jornal do Brasil, na época, de concreto, impresso, foi quebrado prematuramente, no seu auge, pela Justiça do Trabalho, perdendo sua sede suntuosa na zona portuário da Rio Branco-RJ, hipotecada a bancos.

 

 

Publicado por

Jackson Rangel

Jackson Rangel Vieira, brasileiro, natural de Guaçui, Espírito Santo, com raiz em Cachoeiro de Itapemirim. Jornalista, nascido em 1963, combativo, responsável por produção de notícias e artigos. Analista político. Evangelista. Advogado, casado com Cristiane Feu Rangel Vieira. Dois filhos: Jackson Rangel Vieira Júnior e Nayara Tristão Vieira. A Bíblia é sua regra de conduta e fé.

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