Casagrande esconde a perversidade e protege os devassos

governante perverso é tão perigoso para os pobres quanto o leão que ruge ou o urso que ataca.(Provérbios 15). Este versículo bíblico se encaixa bem como carapuça ao governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB).

Está na hora de alguém definir melhor a personalidade política do gestor espiritossantense. Não é líder e nunca vai ser no sentido amplo do significado. Usa de método ortodoxo da depravação. Não tem empatia e nem é solidário às famílias violadas por membros de seu partido, literalmente.

Nem se avexa em proteger os seus cães e cadelas de guarda. Vale-se das forças institucionais de governo para perseguir e oprimir seus opositores. É um homem, sem dúvida, mau! Seu governo tem a densidade de isopor. Essa pústula mais cedo ou mais tarde será erradicada pelo improvável do imponderável.

Após dois anos de uso discricionário de poder, Renato Casagrande no seu egocentrismo não mudou uma peça sequer do tabuleiro de um governo tacanho. O secretário de Governo, Tyago Hoffmann, e o Chefe da Casa Civil, Davi Diniz, são os canichos. São os operadores desse canil de poder esquizofrênico.

Casagrande, na tentativa de não deixar digitais nos desmandos e ilicitudes (são dezenas), é guarnecido de duas “cadelas de guarda” (são do gênero feminino): A secretária de Comunicação, Flávia Mignone, e a Chefe de Gabinete, Valésia Perozini. A dupla sabe de tudo e mantém informado o dono do abrigo dessas figuras desafeiçoadas.

Numa governança assim, corruptos e corruptores convivem bem, latem e mortem os desavisados, incautos, necessitados e abusados por devassos e depravados. Para essa gente, o certo é o errado e o errado é o certo.

O artigo não tem a intenção mínima de ofender os cachorros e cachorras. Os cães merecem respeito e proteção.

O povo cachoeirense não tem o direito de reclamar do governo que tem

Nem bem acabou a eleição municipal com a reeleição do prefeito Victor Coelho (PSB), já tem pessoas formadoras de opinião criticando sua inercia diante da ausência de plano de ação contra os possíveis estragos das chuvas. Não vale! Tudo que ele deixar de fazer, estará certo e justo.

O cachoeirense conseguiu o feito histórico de renovar a procuração de um governante que não tem uma obra autoral no seu portfólio. Ora, se um gestor é premiado pelo vazio, qualquer descompostura do eleitor – mesmo os que não votaram nele – é um despropósito. Comportamento incongruente.

Como jornalista investigativo e opinativo, estou conformado. A burrice espalhada por osmose como um tipo de coronavírus que infectou o povo venceu a minoria. Os empreendedores foram passivos e a sociedade apática com falta de indignação contra o rastro de desmandos de toda ordem. Eu sou um dos burros, pois nunca existiram mazelas. A cidade do esgoto é uma ficção. Só existe o País de Alice.

Ninguém tem o direito de se opor a um governo “aprovado” nos quatros anos anteriores. Certamente, no subconsciente coletivo as obras estruturantes existem em elevado conceito de melhoria da qualidade do povo. Será uma ingratidão reclamar, murmurar como se estivessem cegos e agora enxergam.

Acho um desaforo choradeira por falta de mamadeira que nunca tiveram. Deixa o homem trabalhar! Victor Coelho escreveu uma história fantástica e vai continuar construindo em prosa e verso o paraíso mais belo do que os nossos olhos já contemplam. Sem mi-mi-mi. Ele é o cara.