governante perverso é tão perigoso para os pobres quanto o leão que ruge ou o urso que ataca.(Provérbios 15). Este versículo bíblico se encaixa bem como carapuça ao governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB).

Está na hora de alguém definir melhor a personalidade política do gestor espiritossantense. Não é líder e nunca vai ser no sentido amplo do significado. Usa de método ortodoxo da depravação. Não tem empatia e nem é solidário às famílias violadas por membros de seu partido, literalmente.

Nem se avexa em proteger os seus cães e cadelas de guarda. Vale-se das forças institucionais de governo para perseguir e oprimir seus opositores. É um homem, sem dúvida, mau! Seu governo tem a densidade de isopor. Essa pústula mais cedo ou mais tarde será erradicada pelo improvável do imponderável.

Após dois anos de uso discricionário de poder, Renato Casagrande no seu egocentrismo não mudou uma peça sequer do tabuleiro de um governo tacanho. O secretário de Governo, Tyago Hoffmann, e o Chefe da Casa Civil, Davi Diniz, são os canichos. São os operadores desse canil de poder esquizofrênico.

Casagrande, na tentativa de não deixar digitais nos desmandos e ilicitudes (são dezenas), é guarnecido de duas “cadelas de guarda” (são do gênero feminino): A secretária de Comunicação, Flávia Mignone, e a Chefe de Gabinete, Valésia Perozini. A dupla sabe de tudo e mantém informado o dono do abrigo dessas figuras desafeiçoadas.

Numa governança assim, corruptos e corruptores convivem bem, latem e mortem os desavisados, incautos, necessitados e abusados por devassos e depravados. Para essa gente, o certo é o errado e o errado é o certo.

O artigo não tem a intenção mínima de ofender os cachorros e cachorras. Os cães merecem respeito e proteção.