Comércio de drogas em Cachoeiro virou atividade essencial

foto ilustrativa

Recebi um extenso e intenso relato de um cidadão cachoeirense de como o “delivery” de drogas funciona a todo vapor entre as 21h00 até às 5h00. A intensidade é tanta que os moradores dos bairros bases dessas plataformas de tráfico não tem paz. O rodízio de 15 em 15 minutos entre motocicletas e carros para comprar o produto tira o sono de qualquer um.

Enquanto o governador Renato Casagrande (PSB) fecha o comércio legalizado no Espírito Santo, o tráfico funciona como “atividade essencial”. Não existe efetivo suficiente das Polícia Civil e Militar para combater esse tipo de criminalidade nem na cidade do Rei Roberto Carlos e nem em nenhuma cidade do Espírito Santo. A sociedade está refém da bandidagem de baixo clero e a dos colarinhos brancos.

Os bairros Zumbi, Village da Luz e Valão formam o triângulo narcotráfico cachoeirense. Não existe operação efetiva para o enfrentamento com os “donos” dessas comunidades. Sem ronda noturna e sem sentinela diurna, os moradores vivem sob a égide do medo. A funcionalidade das bocas de fumo é padrão conhecida das forças policiais, contudo a Segurança Pública no ES está sem gestão e até sem exemplo da cúpula para motivar a tropa.

Existe sentimento de indignação muito grande das pessoas de bem e trabalhadoras. Enquanto decretos emergenciais quebram os negócios dos empreendedores, o Estado, indiretamente ou diretamente, protege com omissão o “serviço essencial” de tráfico de drogas, sem mencionar, matança, com efeitos colaterais danosos à estrutura social criada para as pessoas de bem.

Sobre aonde estão os pontos de “delivery”, é só perguntar qualquer morador.

EDP não tem consideração com comunidade e nem as autoridades

Uma pequena e tradicional comunidade de Cachoeiro de Itapemirim-ES, conhecida como Itabira, onde fica o maior ícone natural e cartão postal do Município, a empresa EDP, distribuidora de energia elétrica na cidade, deixa regularmente horas e horas as residências locais no escuro. O prejuízo causado é imensurável.

A EDP Espírito Santo, anteriormente conhecida como Espírito Santo Centrais Elétricas S/A é uma empresa brasileira de distribuição de energia elétrica que opera no estado do Espírito Santo. A comunidade do Itabira, de 148 famílias, está em agonia constante. Os moradores ficam, às vezes, perto de 24 horas sem energia. A empresa negligencia.

Por ser uma comunidade pequena, de algumas dezenas de casas, nenhum autoridade assume a causa de defendê-la como se estivesse dissociada do Município. Nenhum vereador pisa no local para ouvir a comunidade e muito menos o prefeito, quando mais o governador, todos encastelados e com a energia custeada pelos contribuintes. Uma vergonha!

A EDP tem responsabilidade direta e deveria indenizar aquela sociedade que chega ao absurdo de viver como na idade da pedra, num trocadilho com o Pico do Itabira (significado na língua Tupi: Pedra que Brilha, onde viveram os índios Puris. A parte superior de moradia é a que mais sofre.

Só consumindo muita vela para que haja luz no Itabira, local turístico da cidade