Deputado denuncia “máfia das ambulâncias” no Espírito santo

Deputado Theodorico Ferraço denuncia “Máfia das Ambulâncias” na Secretaria Estadual da Saúde do ES

Na sessão ordinária virtual da Assembleia Legislativa, terça (3), o deputado estadual Theodorico ferraço (DEM)fez um grave denúncia na área da Saúde do Governo do Espírito Santo. Ele mesmo denominou de “Máfia das Ambulâncias”, colocando a responsabilidade da acusação ao secretário Nésio Fernandes.

Ferraço disse que recebe “chuvas de denúncias sobre a Máfia das Ambulâncias”. Segundo ele, existem alguém controlando, fora do interesse público e coletivo, o rodízios nos municípios capixabas das ambulância para atendimento a pacientes via liberação privilegiada.

“Alguém está levando vantagem nisso. Alerto ao Governo”, disse, acrescentando, “esse tipo de “máfia” está matando capixabas que precisam da lisura desse serviço”.

VEJA O VÍDEO COM A DENÚNCIA DO DEPUTADO

No Espírito Santo, jornalista denunciante vira investigado

A corrupção almeja nunca ser descoberta. A censura e a intimidação são os caminhos covardes para protegê-la

O caso Pen Drive que contém provas robustas sobre fraude na licitação do Detran-ES vencida pela empresa chinesa DAHUA da ordem de R$ 140 milhões produz efeitos colaterais anômalos que ultrapassam o surrealismo.

O jornalista deste artigo, primeiro denunciante de um dos maiores escândalos de corrupção do Estado do Espírito Santo dos últimos tempos, envolvendo o governador Renato Casagrande (PSB) e membros do Palácio Anchieta foi intimado hoje (5) na condição de investigado.

O delegado Janderson Lube, a mando da Procuradora Geral, Luciana Andrade, e do seu Chefe José Dary Arruda, creio, constrangido, gasta tempo e burocracia para satisfazer o “clitóris” do abuso de poder do Estado. Veio a Cachoeiro só para cumprir essa missão.

No início da série das matérias que constam denúncias em apuração em várias outras instância no Estado e fora do perímetro capixaba, os cardeais do PSB espalharam que o tal pen drive não existia. Em seguida, existia, mas era montagem. Por fim, a procuradora preferiu considerar a prova ilícita. Isto é o vácuo do buraco negro.

As “autoridades”, da ala defeituosa da máquina de moer carne e de sugar dinheiro público, está em busca de um tipo de orgasmo que só se atingiria com a prisão ou morte do jornalista que se nega a entregar suas fontes pela princípio constitucional da inviolabilidade. Almejam, a todo custo, calar o jornalismo independente e investigativo.

Aqui no Espírito Santo, leitores, cuidado ao denunciar que o ladrão está assaltando, porque a ordem é inversa. A “lei” deles funciona em desfavor de quem dedura o bandido. Recomendação: fica em silêncio e deixar usurpar, pois sua vida pode ficar em risco com esse tipo de gente. De vaca não conhecer o bezerro.

Se algo acontecer ao jornalista, na sua integridade física, os suspeitos são os nomes já aqui citados.