EDP não tem consideração com comunidade e nem as autoridades

Uma pequena e tradicional comunidade de Cachoeiro de Itapemirim-ES, conhecida como Itabira, onde fica o maior ícone natural e cartão postal do Município, a empresa EDP, distribuidora de energia elétrica na cidade, deixa regularmente horas e horas as residências locais no escuro. O prejuízo causado é imensurável.

A EDP Espírito Santo, anteriormente conhecida como Espírito Santo Centrais Elétricas S/A é uma empresa brasileira de distribuição de energia elétrica que opera no estado do Espírito Santo. A comunidade do Itabira, de 148 famílias, está em agonia constante. Os moradores ficam, às vezes, perto de 24 horas sem energia. A empresa negligencia.

Por ser uma comunidade pequena, de algumas dezenas de casas, nenhum autoridade assume a causa de defendê-la como se estivesse dissociada do Município. Nenhum vereador pisa no local para ouvir a comunidade e muito menos o prefeito, quando mais o governador, todos encastelados e com a energia custeada pelos contribuintes. Uma vergonha!

A EDP tem responsabilidade direta e deveria indenizar aquela sociedade que chega ao absurdo de viver como na idade da pedra, num trocadilho com o Pico do Itabira (significado na língua Tupi: Pedra que Brilha, onde viveram os índios Puris. A parte superior de moradia é a que mais sofre.

Só consumindo muita vela para que haja luz no Itabira, local turístico da cidade

CUIDADO! POR EDUARDO COSTA

deputado lista 10 motivos para investigar corrupção no detran

Veja o vídeo institucional do deputado estadual Carlos Von (Avante). Cabra macho no Poder Legislativo do Espírito Santo.

Casagrande tem horror a jornalista que questiona seu espírito público

Recordar é viver. No primeiro mandato do governador Renato Casagrande (PSB), em 2013, o comandante chefe dos capixabas processou este jornalista porque se sentiu ofendido pela notícia do financiamento ou da contribuição da Rodosol – esta até hoje contestada, cobradora de pedágio – na sua campanha vitoriosa.

Agora processa por causa da empresa chinesa DAHUA

Sensível a críticas e questionamentos, apelidado de Centroavante da Odebrecht, esforça-se em vão em aparentar um clérigo para seus correligionários, estando longe disso, apesar de ter enganado por bastante tempo, logo após, este pobre escriba, convencido de que seria o melhor para o Espírito Santo. Decepcionante!

Sem nenhuma surpresa após emitir nota oficial do Governo do ES ofendendo o jornalista e a FOLHA DO ES, tudo para encobrir os interesses comerciais de uma empresa suspeita, em investigação, torna a processar o editor do portal por motivação análoga, defender o poder econômico privado ligado à sua governança.

O anseio explícito do governador é calar o jornalista de 40 anos de atividade profissional e fechar o jornal com 35 anos de existência, desde daquela época. Se o comunismo estivesse em vigor no Brasil, Casagrande só teria um meio de obter êxito na empreitada: prender e mandar o jornalista para o paredão de fuzilamento, a exemplo do que faz a China.

Todo essa agonia do Chefe do Executivo Estadual advém do pen drive da empresa chinesa DAHUA, cujo conteúdo merece uma CPI do Legislativo, uma Casa muita tímida nessa seara. O governador e seus cardeais fogem do pen drive como o conde drácula foge da cruz. O conteúdo do pen drive é um tipo “se correr o bicho pega. Se ficar, o bicho come. E nem se orar o bicho some”.

Associação Espírito santense do mp prevarica ao proteger os maus

Nomeada pelo governador Renato Casagrande (PSB), a procuradora Geral Luciana Andrade pede proteção da Associação e recebe, neste primeiro momento

A Associação Espírito Santense do Ministério Público do Espírito processo o jornalista subscritor deste artigo, pedindo vantagens pecuniárias e retirada de matéria que questiona as decisões da Procuradora-Geral.

Ora, uma decisão dessa envergadura, deveria democraticamente passar por uma assembleia, reunindo os bons promotores, maioria, junto com os maus para votar se devem blindar o comportamento da procuradora. Mas, o estatuto da entidade não prevê essa consulta.

A entidade do MP não deveria se prestar a esse papel. É notório, como a luz do dia, a omissão da procuradora em investigar casos de corrupção no Governo Estadual a ponto de sequestrar provas incontroversas de licitações adulteradas.

Existe esperança para os incautos capixabas. Têm promotores que cumpre em excelência suas atribuições de investigar os meliantes infiltrados no serviço público. Por estes, os benignos, a suspensão da licitação de R$ 140 milhões do Detran-ES vencida pela suspeita empresa chinesa DAHUA.

Enfim, a Associação dos Promotores jogaram na vala comum os agentes fiscalizadores fora dessa caixinha em que chafurdam os maus sentinelas. Uma pena! Solidariedade aos bons!

O jornalista vai continuar sua saga em defesa da liberdade de expressão para informar, entre outras mazelas, a podridão debaixo dos tapetes do Palácio Anchieta por onde passam os colarinhos brancos.