Neucimar Fraga valoriza a Bancada Federal porque sabe parlamentar

Neucimar Fraga (PSD)

O deputado Neucimar Fraga (PSD) é aquele político que sabe parlamentar – verbo transitivo indireto e intransitivo – , ação e conjugação para poucos no Congresso Nacional. Sem dúvida, considerando mediana bancada capixaba, valoriza a representatividade do Espírito Santo.

Foi o 8º mais votados nas últimas eleições de 2018 com quase 59 mil votos, ficando de fora por conta da famigerada coligação que favorecia o menos votado. Enfim, escolado na Câmara Federal, com três mandatos, ele já mostrou nesses cinco meses que tem competência parlamentar.

Neucimar Fraga já abraçou a bandeira do Porto Central no Sul do Espírito Santo. Está defendendo com unhas e dentes a volta do Fundap, extinto por movimento estranho dos paulistas em favor deles mesmos. Apresentou projeto de lei que proíbe comercialização de madeira beneficiada e não beneficiada oriundas das florestas nativas.

Enfim, com boa oratória, carisma, o parlamentar capixaba sabe fazer a boa politica. Já foi prefeito de Vila Velha. Da base Bolsonarista – só precisa descolar do governador do Espírito Santo para aprimorar sua biografia – Neucimar tem potencial para transpor sua jornada até aqui.

Com sotaque de sua terra natal, a Bahia, quando aportou em 77 no Espírito Santo para recomeçar a vida, Neucimar Fraga provou que não tem medo de trabalho duro. Vendedor e representante comercial nato. Ou seja, Sua política profissional é qualificada para servir o povo, mas não depende dela. Se jogar na floresta, sobrevive.

Sorte do capixaba o reingresso de Neucimar Fraga no Congresso Nacional depois de 12 anos ausente daquele ambiente insalubre, porém fundamental como instrumento para melhorar a qualidade de vida em todas as áreas das atividades humanas.

A intervenção militar e as instituições histriônicas

O procurador-geral da República, Augusto Aras, solicitou nesta segunda-feira (20) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito para apurar a suposta participação de deputados federais na organização de “atos delituosos” que pediram fechamento de instituições democráticas, como o Congresso e o STF.

O foco principal do inquérito é a manifestação onde Jair Bolsonaro discursou no último domingo (19), em Brasília, onde dezenas de pessoas pediam a intervenção militar. A proposição entra na armação histriônica dos líderes dos poderes que almejam limitar o poder discricionário do Presidencialismo. O impeditivo desse veneno é o povo.

Agora, no Estado Democrático de Direito, qualquer manifestação em que uma senhora, um jovem, uma criança ou qualquer um empunhar um cartaz pedindo intervenção militar no País estão enquadrados em crimes de Segurança Nacional? É isto! Mas, os que usam camisetas e palavras de ordem comunistas, são brasileiros patriotas e podem exercer a liberdade de expressão? É isto!

O Presidente Bolsonaro em nenhuma manifestação em que muitas pessoas, sim, pede a intervenção militar por causa dos malfeitores do Congresso e do STF nunca defendeu fechamento das instituições. E esses movimentos do pobre homem comum são instigados pela própria mídia.

O sentimento que aflora no povo é original, instintivo, perceptivo e não trai a Democracia. Agora, ligar a popularidade e o fanatismo do povo pelo presidente como crime para ser investigado é de uma escrotice burocrática lamentável.

Nunca antes um líder maior do Brasil recebeu esse tratamento. Perseguido que faz corar a história brasileira. Os reclamantes estão com ojeriza à honestidade do Presidente que não aceita “dialogar” (ceder cargos federais) ao Congresso e demais hienas dessa República caudilhante.

Agora, o STF, os presidentes da Câmara Federal e do Senado merecem ser investigados pela ilações e usurpação da Lei de Montesquieu. Violam o princípio da harmonia entre os Poderes. Porém, quem terá poder para investigar os ministros julgadores se o legislativo virou irmão siamês na ninhada. Simples assim!

É sério: o “palhaço” abandona o “circo” para vergonha da maioria da política brasileira

noticias_5a0dd9ad395a9
Tiririca descobriu que pior fica

O deputado federal Tiririca (PR), sem avisar ao seu eleitorado em São Paulo, subiu pela primeira e ultima vez na Tribuna da Câmara Federal, para anuncia que vai abandonar ao mandato. Palhaço de profissão, calou seus colegas, discursando sério e sincero.

Seu abandono por conta da decepção, segundo ele, pelo que viu dentro do Parlamento, de envergonhar, foi o maior tapa na classe política em meio à desmoralização já instalada no País. Não generalizou, mais se disse decepcionado com “muitos”.

Francisco Everardo Oliveira Silva, conhecido pelo nome artístico de Tiririca, é um cantor, compositor, humorista e político brasileiro, o segundo mais votado do País por dua vezes. É triste um palhaço legítimo sair do “circo” que é Câmara Federal na sua capacidade de fazer chorar os brasileiros.

Seu jargão principal nas propagandas eleitorais era de que “Vote em Tiririca porque pior não fica”. O parlamentar paulistano, que poderia ter outros mandatos, deixará a política com vergonha porque se decepcionou com que viu dentro daquela Casa, convencido que mesmo com Tiririca, ainda pior fica.