Casagrande esconde a perversidade e protege os devassos

governante perverso é tão perigoso para os pobres quanto o leão que ruge ou o urso que ataca.(Provérbios 15). Este versículo bíblico se encaixa bem como carapuça ao governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB).

Está na hora de alguém definir melhor a personalidade política do gestor espiritossantense. Não é líder e nunca vai ser no sentido amplo do significado. Usa de método ortodoxo da depravação. Não tem empatia e nem é solidário às famílias violadas por membros de seu partido, literalmente.

Nem se avexa em proteger os seus cães e cadelas de guarda. Vale-se das forças institucionais de governo para perseguir e oprimir seus opositores. É um homem, sem dúvida, mau! Seu governo tem a densidade de isopor. Essa pústula mais cedo ou mais tarde será erradicada pelo improvável do imponderável.

Após dois anos de uso discricionário de poder, Renato Casagrande no seu egocentrismo não mudou uma peça sequer do tabuleiro de um governo tacanho. O secretário de Governo, Tyago Hoffmann, e o Chefe da Casa Civil, Davi Diniz, são os canichos. São os operadores desse canil de poder esquizofrênico.

Casagrande, na tentativa de não deixar digitais nos desmandos e ilicitudes (são dezenas), é guarnecido de duas “cadelas de guarda” (são do gênero feminino): A secretária de Comunicação, Flávia Mignone, e a Chefe de Gabinete, Valésia Perozini. A dupla sabe de tudo e mantém informado o dono do abrigo dessas figuras desafeiçoadas.

Numa governança assim, corruptos e corruptores convivem bem, latem e mortem os desavisados, incautos, necessitados e abusados por devassos e depravados. Para essa gente, o certo é o errado e o errado é o certo.

O artigo não tem a intenção mínima de ofender os cachorros e cachorras. Os cães merecem respeito e proteção.

Max e Rose devem ir para PV e PODEMOS, respectivamente, para disputar Governo

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O cerco da janela para mudar de partido e disputar as eleições está se fechando. Só existem duas peças no tabuleiro que se mexem em direção à disputa para Governo do Estado: Max Mauro Filho (PSDB) que pode ir para o Partido Verde (PV) e Rose de Freitas (MDB) que tenta o PODEMOS.

Outras duas já estão acomodadas: O governador Paulo Hartung (MDB) e Renato Casagrande (PSB). Enquanto PH busca a hegemonia partidária, reunindo o máximo de siglas sob o seu controle, o socialista tenta sair desse cerco, tendo como aliado incondicional, até agora, o PPS.

A senadora, dos pré-candidatos, é a única que não tem nada a perder, pois tem mais 4 anos de mandato pela frente. Já o prefeito de Vila Velha vai para o risco, abrindo mão, praticamente, de fazer sucessor e ficar no ostracismo político.

Max tentou o PODEMOS, mas as portas estão fechadas. O senador Álvaro Dias teria preferência por Rose de Freitas para efeito de palanque presidencial no ES. Existe outro fato da rivalidade existente entre o atual tucano e o deputado estadual Hudson Leal, liderança do PODEMOS que fechou a porta e a janela para Max.

O esforço palaciano é de isolar o seu concorrente direto, Renato Casagrande. Mesmo no MDB, toma conta do DEM – que terá expurgado o casal Theodorico Ferraço e Norma Ayub, estadual e federal, ambos em direção ao PTB – e o PSDB que perdeu seu antigo líder Luiz Paulo Veloso Lucas, filiado, agora, ao PPS.

A partir do dia 07 de abril, o mercado político saberá como fica o tabuleiro com todas as peças postadas para início do jogo eleitoral. Depois, todos os protagonistas vão precisar combinar com o povo capixaba que não faz ideia dessas movimentações de bastidores.

A Segurança é uma porcaria porque prevalece a cultura da violência e o Estado é conivente

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Para o secretário do ES, André Garcia, a culpa é da crise econômica

No Brasil, a Segurança Pública é dever do Estado (federal e estadual). A maior falácia constitucional. Engodo que mata centenas de brasileiros diáriariamente. Com isso, a cultura da violência, do crime banal ao qualificado, sobressai aos planos e projetos do Estado.

O maior problema é que a vítima cai dura ou sofre todo tipo de agressão no Município. O Estado é fictício. Logo, a polícia municipal ou metropolitana seria o caminho mais rápido para desfazer o quadro e a sensação de que a maus tem vencido os bons.

Municipalizar as política, prepará-la com salários dignos e com plano de cargos – diferente do militarismo – exige divisão do bolo tributário em de acordo com a produção de impostos do Município e até subsídio, com apoio logístico e de inteligência das demais corporações.

O Espírito Santo, por exemplo, está em qualquer estatística entre os 5 mais violentos do Brasil: contra mulheres, contra jovens e tipificações em geral, pois as guardas municipais estão desarmadas e as polícias sendo desmanteladas, gradualmente. ,

Sem municipalização da segurança e a tímida aplicação de recursos no setor, tudo que se debater no destino em tela será como discutir o sexo dos anjos. 160 pessoas são assassinadas por dia no Brasil. Não tem nem espaço para se falar sobre política carcerária.

O secretário André Garcia tem a mesma retórica que virou senso comum: a causa é a crise e insuficiência de investimento na área. Ora, então não seja candidato a deputado federal se não conseguiu melhorar um Estado com sobra de caixa e pequeno em território como o Espírito Santo.

É mais seguro conversar nas redes sociais. O bandido é virtual.

DER faz vista grossa no ES para transporte clandestino de passageiros

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Enio Bergoli, prometeu agir, mas nenhuma operação foi promovida até agora

O diretor do Departamento Estadual Rodagem (DER-ES), Ênio Bergoli, 53 anos, é considerado um bom técnico da pasta, mesmo com formação agrônoma. Entretanto, ele pode sujar as mãos de sangue em caso de morte com transporte clandestino no sul do ES.

A FOLHA DO ES fez matéria alertando para a anarquia de vans e assemelhados fazendo pontos e paradas em Cachoeiro de Itapemirim com linhas paralelas, hoje, com maior demanda criminosa para as cidades litorâneas. Situação vergonhosa!

Ênio, pela seriedade como se apresenta no trato da coisa pública, por enquanto, descarta-conivência dele ou de fiscais responsáveis para conter o congestionamento desses veículos que não passam por inspeção e muitos em estado degradante.

A morte ronda as estradas com o transporte clandestino de passageiros no sul do ES. O assunto é tão sério que o Congresso Nacional está em fase de aumentar a punição para quem faz uso dessa clandestinidade. Espera-se providências urgentes do diretor do DER.

*MATÉRIA DA FOLHA: CLIQUE PARA LER E ENTENDER O CASO

Projeto eleva pena para transporte clandestino de passageiros

 A Câmara analisa proposta que aumenta a pena por transporte clandestino de passageiros. O texto (PL 8566/17) é de autoria do senador Acir Gurgacz (PDT-RO).

O projeto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB – Lei 9.503/97) para tratar de forma diferente as infrações pelo transporte irregular de pessoas e de bens.

Atualmente, as duas modalidades de transporte clandestino são classificadas como infração média, punidas com multa, apreensão e remoção do veículo. Além de fazer uma separação, o projeto altera a punição estabelecida para cada uma das infrações.

No caso do transporte não licenciado de pessoas, a infração passa de média a gravíssima. O motorista ainda pode ter suspenso o direito de dirigir e o recolhimento da habilitação.

Quando o transporte irregular for de bens, permanecem a classificação da infração como média e a penalidade de multa. O texto elimina, entretanto, a previsão de apreensão do veículo, substituindo a remoção pela retenção.

Tramitação
A proposta será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, segue para apreciação do Plenário.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Prefeito de Cachoeiro-ES fecha 2017 como melhor gestor do Espírito Santo

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Victor Coelho revolucionou a forma de administrar a cidade

O prefeito de Cachoeiro de Itapemirim-ES, Victor Coelho (PSB), fecha o ano com saldo positivo diante da crise nacional sem poupar nenhum espaço das unidades federativas. Mesmo principiante, o socialista venceu todas as adversidades verticais e horizontais.

De janeiro a dezembro, Victor Coelho, 42 anos, organizou a máquina administrativa e produziu realizações simples e necessárias para constituir melhor auto estima aos cachoeirenses que estavam desassistidos e com medo do futuro antes de sua eleição.

Sob a responsabilidade de 60 mil votos em 2016, feito proporcional nunca antes registrado nos anais da história do Município, segue conquistado os corações da maioria da população pelo seu carisma e tentativa intervencionista nos hematomas da cidade.

Em janeiro, após montar a equipe, com uma prefeitura sucateada, partiu para socorrer as pessoas vitimadas pelas chuvas intensas, fiscalizando in loco todos os pontos de SOS.

Em fevereiro, enfrentou o inesperado, a paralisação da polícia militar em todo o Estado. Célere, requereu da Justiça a Guarda Armada que foi essencial na força tarefa exemplar.

Em março, na Emancipação do Município, começou a debater a Reforma Administrativa e instalou comissão para estudar e executar Plano de Cargos e Salários dos Servidores.

Em abril, deu forma ao processo de recuperação de veículos para funcionar o mínimo da Prefeitura no atendimento às demandas da população carente e as localidade do interior.

Em maio, deu início à operação de recapeamento em várias artérias de Cachoeiro, comprando asfalto o suficiente para reconstrução de bairro sem assistência há anos.

Em junho, proporcionou surpresa agradável com uma das melhores festas da cidade em homenagem a Newton Braga, seu criador. Eventos marcantes e dentro do orçamento.

Em julho, iniciou a discussão sobre mobilidade urbana e estacionamento rotativo em modelo interativo, tecnológico, das pessoas integradas ao seu entorno de coisas.

Agosto, mantendo a tradição, ocupou-se em oferecer todo logística à Cachoeiro Stone Fair 2017, o maior evento do Brasil de negócios e amostra de rochas ornamentais.

Setembro, mostrou sua capacidade imensa de apresentar festejos de qualidade aos cachoeirenses com a Feira da Bondade, unificando a sociedade em todas vertentes.

Outubro, adquiriu com recursos próprios maquinário pesado para atender os distritos, repetido o feito no meado de setembro, oferecendo eficácia nos serviços mais pesados.

Novembro, constituiu base aliada na Câmara Municipal – quase unanimidade – , aprovando sua aguardada Reforma Administrativa, modelo personalidade de gestão.

Dezembro, aguarda aprovação do Orçamento e de empréstimo de R$ 150 milhões para fomentação de obras no primeiro semestre de 2018. Recriou o espírito de Natal com bela alegoria e ornamentação na Praça Jerônimo Monteiro, coração da cidade.

O prefeito Victor Coelho já pode ser considerado referência de gestão pública no Espírito Santo. Detalhe: não recebeu uma denúncia sequer de improbidade, ficando sob o manto clamado pela população que lhe conferiu a procuração para representá-la: honestidade.

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