Esquema: emissora de rádio ganha fortuna no litoral para esquema político

Radio

A emissora de rádio Litorânea FM – Marataízes não vem só conquistando audiência na região litoral do sul do Espírito Santo. Por alguns anos monopoliza na captação de fortunas em verbas públicas junto aos prefeitos dos balneários.

O esquema é simples. As Prefeituras não licitam agências de publicidade para deixar em aberto a destinação de verbas e sua manipulação para interesses políticos, principalmente. São os casos dos Municípios de Itapemirim e Marataízes.

A única Prefeitura em que a os donos não conseguiram pressionar para contratos extravagantes foi a de Presidente Kennedy-ES que atua com Agência de Publicidade. Além do mais, não tiveram êxito em peitar o Secretário de Governo, José Augusto.

Só para este ano, com descriminação dirigida em pregão “presencial”, a Rádio MARATAÍZES LTDA, razão social, com escritório na cidade, mas os proprietários são de Campos, com ligações à plataforma de Antônio Garotinho.

Vejam a ostentação da verba destinada pela Prefeitura de Marataízes, quase R$ 800 mil para 2018, sem contar Itapemirim. Documentos abaixo:

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Dívida de milhões coloca em risco credibilidade do SICOOB SUL-ES e da SELITA

Inadimplência de um associado correntista em cerca de R$ 5 milhões pode destruir a credibilidade do SICOOB-SUL, da SELITA e arranhar a imagem do cooperativismo no Espírito Santo.

O banco, presidido pelo ex-funcionário do Banco do Brasil, Rubens Moreira, está sendo observado de perto nos bastidores por uma transação mascarada em discussão no Conselho Fiscal.

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Um devedor com dívida sem liquidez pode ter encontrado a saída do passivo quase impagável com ajuda da “consultoria” do presidente do SICOOB que estaria tentando corretar área para a SELITA, em terreno na localidade da Safra, no mesmo valor da dívida, de propriedade do inadimplente.

Tudo passaria desapercebido se o presidente da cooperativa também não fosse o próprio Rubens Moreira que preside os dois Conselhos, influindo para concretizações de transações financeiras entre as instituições.

Esse poder centralizado e de caráter abusivo está promovendo incômodo entre alguns cooperados e integrantes dos conselhos do SICOOB e da SELITA. Em tempos de crise econômica da era Dilma, que consultoria recomendaria quaisquer movimentações imobiliárias dessa monta e, ainda, de origem de cooperados?

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Em outra análise sobre o caso, citaremos o nome do devedor, detalhes do cenário, podendo o curso das discussões levar a crime contra a economia popular. Neste caso, o problema será de responsabilidade do Ministério Público, da Polícia e da Justiça.

MP investiga Junta Comercial de Cachoeiro-ES por várias irregularidades

O Ministério Público está apurando possíveis e graves denúncias de fraudes e irregularidades em andamento de processos por parte da direção e de servidores da Junta Comercial de Cachoeiro de Itapemirim-ES. Eles se valiam do órgão em benefício próprio e de suas empresas.

O esquema criminoso funcionava na manipulação dos livros contábeis dos contadores de empresas que eram clientes preferenciais da gráfica do marido da servidora Luciene Ramos Miranda. O marido, Elimário Miranda, o dono, levava e voltava em mãos com os livros para encadernar sem protocolo legal. Os documentos entravam de praxe, na porta da cozinha da Junta.

A situação se agrava, quando ex-chefe analista técnico da Junta Comercial, Sandro Zorzarnelle Coelho, no seu exercício, como contador também, julgava os próprios processos de modo célere dos clientes do seu escritório de contabilidade, sem obedecer a ordem de protocolo.

No dia 20 de setembro de 2012, por exemplo, a empresa R&A Embalagens LTDA, na qual ingressava como sócio Sandro e sua esposa Adriane Fiorese Dalvi (protocolo de número 121852814), solicitou alteração do quadro societário na Junta às 15h06 e o pedido foi concluído às 16h46, um caso inusitado de rapidez em detrimento dos demais contribuintes que passam por triagem burocrática mais longa de análise. Ele próprio julgou e carimbou o processo sem qualquer constrangimento moral e ético.

Tudo indica que as manobras da Junta de Cachoeiro tem apoio da presidência em Vitória. Exemplo disso foi quando a referida empresa pediu a sua paralisação ou desativação por conta de denúncias de ter antecipado o seu processo. Com o mesmo modus operanti, o presidente do órgão superior, Paulo Vieira Pinto, aprovou o processo no dia de dezembro de 2014, das 14h35 às 14h47 (em 17 minutos), com dada retroativa a fevereiro do mesmo ano, um escândalo. Quem deu andamento, ou assinou e carimbou o ato o servidor Jonas Dalvimar.

Outro esquema de corrupção dentro da Junta de Cachoeiro, tradicional, eram as festas promovidas por propinas disfarçadas de contadores com mais privilégios em detrimentos de outros nos seus processos de clientes. Quem recolhia o dinheiro dos festejos e “presentes” de agrado aos diretores era a servidora Creuza Gonzalo dos Santos.

O procedimento investigativo do narrado pela FOLHA responde no MP com o número 201400010203-38. E no Conselho Regional de Contabilidade a denúncia foi protocolada no dia 10 de fevereiro sob a responsabilidade da fiscal Renata Demoner.

Esquema de compra de CNH ainda desafia o tempo

Há décadas a compra de carteira de motorista ou sua renovação  (CNH) ainda desafia a linha do tempo, vencendo todas as modificações na legislação. A transação ilegal é simples. Um despachante tem um contato numa unidade do Detran-ES, com cerca de R$ 350,00, o documento legítimo com assinaturas dos diretores do órgão chegam na sua residência.

O comprador tem serviço garantido e não precisa fazer nenhum exame, principalmente, em se tratando de renovação. Sem exames, sem trabalho de buscar senha, tudo feito pelo despachante “autorizado”. Acredita-se que o diretor geral receba tais denúncias, mas ele mesmo não tem como distinguir entre CNH emitida em trâmite normal de uma com vício.

Com exceções, as escolas de trânsito buscam concorrer com outras prestadoras de serviços que pulam etapas para aprovação do aluno. Ou seja, muitos motoristas são formados sem com deficiência consciente na relação corrupto e corruptor. Chega ao ponto de uma das empresas anunciarem todas as etapas e pedir socorro ao Procon e Ministério Público em caso de fraude no critérios, havendo boa fé do requerente da carteira.

A questão resume-se na relação incestuosa entre os auditores ou fiscalizadores de Vitória e agentes sabedores do esquema nas Ciretran-ES. Trata-se da indústria da CNH. Até os profissionais credenciados, como examinadores de visão, fazem vista grossa para passar quase um cego. Essa máfia atua desde quando se criou o Detran e suas agências, sem mencionar que são cabides de emprego loteados por políticos regionais ou locais.

As fraude acontecem por todo o ES, principalmente em Cachoeiro de Itapemirim-ES e em Alegre-ES já chegou a envolver até vereador, como mecanismo de cooptação de votos.

AlÔ MP! Alô Justiça!É preciso o prefeito e assessores se entregarem na Delegacia?

Funcionário da Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirirm desde 2009. Foi cedido para a prefeitura de Muqui-ES, Alessandro Mateus pediu exoneração em 2011, e mesmo assim continuou listado na folha de pagamento com valores exorbitantes. É assim que funciona o PT em Cachoeiro-ES, certo da impunidade.