Casagrande tem horror a jornalista que questiona seu espírito público

Recordar é viver. No primeiro mandato do governador Renato Casagrande (PSB), em 2013, o comandante chefe dos capixabas processou este jornalista porque se sentiu ofendido pela notícia do financiamento ou da contribuição da Rodosol – esta até hoje contestada, cobradora de pedágio – na sua campanha vitoriosa.

Agora processa por causa da empresa chinesa DAHUA

Sensível a críticas e questionamentos, apelidado de Centroavante da Odebrecht, esforça-se em vão em aparentar um clérigo para seus correligionários, estando longe disso, apesar de ter enganado por bastante tempo, logo após, este pobre escriba, convencido de que seria o melhor para o Espírito Santo. Decepcionante!

Sem nenhuma surpresa após emitir nota oficial do Governo do ES ofendendo o jornalista e a FOLHA DO ES, tudo para encobrir os interesses comerciais de uma empresa suspeita, em investigação, torna a processar o editor do portal por motivação análoga, defender o poder econômico privado ligado à sua governança.

O anseio explícito do governador é calar o jornalista de 40 anos de atividade profissional e fechar o jornal com 35 anos de existência, desde daquela época. Se o comunismo estivesse em vigor no Brasil, Casagrande só teria um meio de obter êxito na empreitada: prender e mandar o jornalista para o paredão de fuzilamento, a exemplo do que faz a China.

Todo essa agonia do Chefe do Executivo Estadual advém do pen drive da empresa chinesa DAHUA, cujo conteúdo merece uma CPI do Legislativo, uma Casa muita tímida nessa seara. O governador e seus cardeais fogem do pen drive como o conde drácula foge da cruz. O conteúdo do pen drive é um tipo “se correr o bicho pega. Se ficar, o bicho come. E nem se orar o bicho some”.

“INIMIGO DO ESTADO” NÃO é apenas uma ficção no Espírito Santo

Robert Clayton Dean, um advogado bem-sucedido em Washington, recebe um vídeo que mostra a ligação entre um oficial do alto escalão da Agência Nacional de Segurança a um assassinato político. A partir daí, Dean se transforma em um alvo constante para a mais perigosa e treinada equipe do governo. Utilizando todos os meios para arruinar sua carreira e conseguir o vídeo de volta, a equipe inicia uma caçada sem tréguas. Dean precisa lutar para salvar sua vida e provar sua inocência.

Sinopse de um dos maiores sucessos de bilheteria. Em 1999, Tony Scott liderou a dupla Will Smith e Gene Hackman no eficiente suspense “Inimigo do Estado”. Assim o jornalista deste Blog se sente sem presunção analógica, mas dentro de uma proporção com a mesma lanceta de dores por cumprir seus desiderato na prática de um jornalismo independente raro no Espírito Santo, pois parte da Imprensa criada e tradicional corroboram como tentáculo do Estado para acobertar a verdade de um Governo Corruptor.

O Estado aparelhado para perseguir desafetos e contraditórios em formato do novo crime organizado. Não há limite para essa gente. Protegem molestadores de crianças, zombam das famílias e usurpam dos cidadãos capixabas com a proteção do aparelhamento da parte estragada do Ministério Público, Das Forças Policiais e do Poder Político. Acobertam o governador do Estado e da corrupção produzida pelo alto escalão do PSB, um partido socialista com políticas de alta periculosidade.

O subscritor está fazendo sua parte com ferimentos de quem está lutando a boa luta contra a cretinice e malignidade de agentes públicos pusilânimes. O jornalismo opinativo vai vencer a hipocrisia da imprensa mercantilista. O jornalismo analítico é o futuro para os incautos. O jornalismo investigativo é a única saída para vencer os corrimãos da bandidagem de colarinho branco. O jornalismo moderno não tem proteção contra o consórcio do Estado como no filme, porém sem ele, o jornalismo fora da caixinha, a sociedade estará condenada à cegueira ante o abismo muito próximo.

“Inimigo do Estado”

Quadro “Vai Encarar?” será levado para os candidatos

O polêmico quadro “Vai Encarar?”, apresentado pelo jornalista Jackson Rangel, será levado aos candidatos a prefeito de Cachoeiro de Itapemirim-ES, todos os dias, a partir da 20h00 do dia 19 de outubro, no estúdio da FOLHA.

O formato ficou conhecido por não apresentar pauta antecipada aos entrevistados. O objetivo das entrevistas é revelar o candidato com o máximo de transparência aos eleitores. Pode ser determinante para decidir o voto.

A inscrição dos candidatos e candidatas será pela ordem de aceite através dos canal do WatsApp da FOLHA (28 99994-2122). Além da pergunta livre do entrevistador, haverá sorteio de temas para o entrevistado demonstrar deu domínio a partir do plano de governo.

A entrevista terá duração de 1 hora a 1h30. Será transmitida pelo canal do youtube e pela página principal da FOLHA. O último dia de inscrição será na sexta-feira no dia 18, véspera da estreia do quadro para os candidatos. A vantagem da confirmação com antecedência é o benefício de obter até sexta-feira (9), uma matéria bigráfica.

O candidato ou candidata que não aceitar participar da entrevista democrática, perderá oportunidade singular que pode arranhar a imagem do postulante ausente. Conforme o número de candidatos confirmados, a entrevista poderá ser de dois em dois, com formato híbrido de debate.

Capítulo 2: A Ida e A Volta

Tornar-te incomum quando sai do nada e ascende ao tudo. Seria eternamente grato se nunca mais voltaste do tudo para o nada.

A vida na sua missão punitiva transforma as formas vivas em formatos sanfonas. Gordo e magro. Dias fáceis e dias muito difíceis.

Pessoas desaparecem todos os dias. Os dias desaparecem com elas. Gente que planejou por toda existência ir para ficar. Porém, sempre volta.

Como gangorra, o destino parece reto e certo. No entanto, a unidade de tempo e espaço quando ignorados é o elemento do regaço.

O antagonismo está por toda parte. Na ida pode estar o mal ou o bem. Na volta vem junto o cansaço, o medo, parte do céu com um punhado de sal.

A ida sempre é mais difícil. Exige coragem de mudar. A volta, não tão facilitador obrigado o passageiro passar pelo mito do Vale da Dor.

Minha primeira decepção com o prefeito de Cachoeiro-ES, destaque em 2017

 

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Victor Coelho foi eleito com ajuda da internet

Passado 1 ano e 1 mês depois de sua posse, sofri a primeira decepção com o prefeito Victor Coelho (PSB), de Cachoeiro de Itapemirim-ES. Ele que se destacou em 2017 pela manutenção bem sucedida do Município, em tempos de pico de crise, ingressa no ano em ritmo de férias e com gastança duvidosa no período de carnaval.

Nas críticas superficiais e pontuais, para minha maior tristeza, permite a secretária de Cultura falar um monte de bobagens para justificar pregão de camarotes. Depois, não suportando a verdade, que no governo existe meliantes de alta periculosidade na pasta em discussão, ele, o Victor, posta uma frase de uma imbecil qualquer de que “a internet é a praia dos covardes”, para diminuir o impacto dessas ínfimas admoestações dos internautas.

A internet nunca foi tão utilizada por um prefeito como o fez Victor Coelho, até em excesso, com incontáveis selfies. As redes sociais são os novos modelos dos meios de comunicação do futuro. O impresso está em pré-morte; a rádio virou uma apêndice; e a televisão se pauta pela internet. Foi de uma infelicidade imensurável o meu prefeito. Não suportar tiro de chumbinho. Imagina quando estiver na mira de uma bazuca.

Em qualquer universo da comunicação a única exigência constitucional é que seja vedada o anonimato. Com assinatura, como este pequeno artigo, a liberdade de expressão sobrepõe a qualquer insatisfação de agente público ou privado.

Nem 150 milhões de obras se lançadas este ano retira a imagem da arrogância, da antipatia, da liderança terceirizada. Pode fazer rua de ouro, o povo não perdoa governante de calça curta ou , se mulher, de minissaia. Carisma é algo inato. Ou tem ou não tem. Não pode virar “O Menino da Bolha”. Do lado de fora não tem vírus. Está no imaginário.

Espero não ter a segunda decepção. Depositei muita esperança na atual governança.