Casagrande faz renascer o crime organizado no Espírito Santo

Crime Organizado no ES tem seu braço armado

Ao compor seu secretariado, de 2018 para 2019, o governador Renato Casagrande (PSB) reiniciou o processo do ressurgimento do crime organizado no Espírito Santo, extirpado em 2000.

O secretariado integrado por meliantes disfarçados de agentes públicos tem usurpado o erário por incompetência e por conveniência para proveito próprio através de licitações fraudadas.

Casagrande é o poderoso chefão. Tyago Hoffman é o principal títere. A procuradora-geral Luciana Andrade é a advogada da organização. O Chefe da Polícia Civil, José Darcy Arruda, é capanga. Tudo para blindar um governo corrupto.

Para denunciar esse sistema ladravaz, este jornalista subescritor não descansará enquanto esses facínoras estiverem no poder roubando das famílias a sua dignidade e o direito às liberdades de conquistar seu sustento.

Governador, entrar na Justiça, aquela que colabora, exceções, para criminalizar e censurar opinião. Casagrande, manda seus vira-latas que praticam advocacia administrativa retirar tudo do ar. Já deu provas do que é capaz!

E o Pen-Drive governador? Incomoda! Batom na cueca! Explica para a sociedade capixaba que não se trata de um dos maiores roubos em licitação já comprovado na história do Espírito Santo!

UM DOS MUITOS VÍDEOS SOBRE O CRIME ORGANIZADO NO ES:

Casagrande e companhia judicializam o jornalismo por causa do pen drive

A que ponto chegou a pequena estatura de gestor do governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), ao processar o jornalista responsável pela FOLHA DO ES por causa do escândalo do Pen Drive. A perseguição em consórcio do Governo do Estado através de assessores suspeitos não cessam contra o jornalismo independente que questiona, critica e denuncia.

O principal alvo dessa truculência contra a liberdade de expressão e de Imprensa é o jornalista autor deste artigo que nunca deixou de assinar suas matérias para se esconder no anonimato. O governador, além de não justificar e dar transparência sobre a denúncia de direcionamento da licitação de R$ 140 milhões do Detran-ES, ainda blinda as suspeitas.

No dia 02 de junho haverá a chamada audiência de conciliação com o governador e seus comparsas Tyago Hoffman e Givaldo Vieira, diretor do órgão protagonista do evidente direcionamento do cerco eletrônico, além de outros de menores patentes integrantes da organização desse crime usurpador do erário. Casagrande perdeu o pudor e o juízo.

Um estadista, no mínimo, não criminalizaria a opinião e nem a denúncia, antes, de pronto, determinaria a suspensão do certame – o que foi feito pelo promotor Raphael Calhau -, abriria investigação e puniria, exemplarmente, os responsáveis, em caso dele próprio não estar envolvido. Ao contrário, protege uma empresa chinesa “vencedora” da licitação anômala.

Além do conluio de vários membros do governo na judicialização contra o jornalismo com objetivo claro de silenciá-lo, conta com o apoio logístico da Procuradoria Geral, da Secretaria de Transparência e do Chefe da Polícia Civil, com abertura de inquéritos policialesco em escala para intimidar o jornalista. Uma vergonha para o governador que se elegeu sob o escudo do diálogo e da transparência.

Casagrande precisa melhorar sua qualidade como pessoa e como político. Muito mais como governante, extraindo seu entorno bandido que o coloca como um integrante dessa trupe.

No Espírito Santo, jornalista denunciante vira investigado

A corrupção almeja nunca ser descoberta. A censura e a intimidação são os caminhos covardes para protegê-la

O caso Pen Drive que contém provas robustas sobre fraude na licitação do Detran-ES vencida pela empresa chinesa DAHUA da ordem de R$ 140 milhões produz efeitos colaterais anômalos que ultrapassam o surrealismo.

O jornalista deste artigo, primeiro denunciante de um dos maiores escândalos de corrupção do Estado do Espírito Santo dos últimos tempos, envolvendo o governador Renato Casagrande (PSB) e membros do Palácio Anchieta foi intimado hoje (5) na condição de investigado.

O delegado Janderson Lube, a mando da Procuradora Geral, Luciana Andrade, e do seu Chefe José Dary Arruda, creio, constrangido, gasta tempo e burocracia para satisfazer o “clitóris” do abuso de poder do Estado. Veio a Cachoeiro só para cumprir essa missão.

No início da série das matérias que constam denúncias em apuração em várias outras instância no Estado e fora do perímetro capixaba, os cardeais do PSB espalharam que o tal pen drive não existia. Em seguida, existia, mas era montagem. Por fim, a procuradora preferiu considerar a prova ilícita. Isto é o vácuo do buraco negro.

As “autoridades”, da ala defeituosa da máquina de moer carne e de sugar dinheiro público, está em busca de um tipo de orgasmo que só se atingiria com a prisão ou morte do jornalista que se nega a entregar suas fontes pela princípio constitucional da inviolabilidade. Almejam, a todo custo, calar o jornalismo independente e investigativo.

Aqui no Espírito Santo, leitores, cuidado ao denunciar que o ladrão está assaltando, porque a ordem é inversa. A “lei” deles funciona em desfavor de quem dedura o bandido. Recomendação: fica em silêncio e deixar usurpar, pois sua vida pode ficar em risco com esse tipo de gente. De vaca não conhecer o bezerro.

Se algo acontecer ao jornalista, na sua integridade física, os suspeitos são os nomes já aqui citados.

Capitão Assunção alerta sobre risco de vida aos denunciantes

O deputado estadual Capitão Assunção (Patriotas) (foto) por duas gravações distintas, porém sobre o mesmo assunto, alertou sobre a integridade física do autor deste texto, jornalista há 40 anos, responsável pelo FOLHADOES por 35 anos, porquanto da denúncia de um dos maiores escândalos da história do Espírito Santo: a montagem de uma licitação de R$140 milhões por uma empresa chinesa que se instalou dentro do Detran-ES.

O jornalista foi ameaçado por uma nota oficial do Governo do Estado, nominalmente, cujo teor defende a licitação vencida pela empresa chinesa e defenestra o jornalista, expondo-o ao fanatismo da esquerda que viciaram transformar críticas e denúncias em fake news para blinda a corrupção debaixo do guarda-chuva da impunidade.

“Quando se mexe com bandidos é preciso proteger seus alvos”, declarou uma das vezes o parlamentar perseguido pelo Governo do Espírito Santo que montou um Gabinete do Ódio e valendo de todo aparelhamento da máquina pública para constranger, intimidar e até matar. O próprio deputado corre risco de vida pela pujança em que combate o crime organizado revigorado pelos cardeais do PSB.

O jogo é bruto e a situação é grave, afinal está em pauta, supostamente, algo em torno de R$ 40 milhões de propina em ano pré-eleitoral.

governo dava acesso à DAHUA através de links oficiais

A denúncia enviada hoje, 13.04, terça feira, por fontes sigilosas mostra que Vitor Murad criava links oficiais do governo e liberava acesso à empresa chinesa.

Com isso, ela via documentos sigilosos da licitação, fazia download e depois inseria os arquivos modificados por ela para direcionar o certame em seu favor.

Murad é Coordenador de Inovação e Tecnologia da Secretaria de Governo, cargo criado para concentrar poderes sobre licitações milionárias na área de Ti. Ele é homem de confiança e operador do Secretário Tyago Hoffmann e do Governador do Estado Renato Casagrande.

Na denúncia, há várias fotos de mensagens e arquivos da direção da empresa chinesa feitos por ela dentro do link oficial do governo do Espírito Santo. Eles baixavam e depois respondiam com as alterações que queriam. O governo usava as versões da DAHUA na construção da concorrência.

As fontes pedem perícia nos drives oficiais, para descobrir quem do governo liberou o acesso, que computadores de fora tiveram acesso (IP) e confirmar os documentos em seu conteúdo (sigilosos do governo e refeitos pela DAHUA).

As mesmas fontes afirmam que a comissão de licitação não produziu nenhuma documentação do certame, somente a DAHUA, desde a consulta pública.

Por isso, desafiam o governo a fazer perícias em seus computadores e apresentar arquivos eletrônicos de autoria da comissão de licitação com as datas do período em que deveriam ser feitos.

Além disso, os denunciantes de dentro da própria empresa informam que há registro de entrada e saída de agentes públicos do Governo do Espírito Santo na sede da DAHUA em São Paulo, como Vitor Murad.

Segundo eles, isso pode ser comprovado pelo registro de entrada e saída e câmeras de videomonitoramento.

O documento mostra que em vários Estados a empresa chinesa tem atuado de forma criminosa para fraudar licitações milionárias e direcioná-las em seu favor. Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Ceará e agora Espírito Santo.

Isso torna os crimes de repercussão estadual e atraem a atribuição da polícia federal brasileira, em concorrência com os Ministérios Públicos Estaduais.

A FOLHADOES foi hackeada hoje, 13, para não divulgar informações de interesse público. Quem tem interesse nisso, em calar o jornal? Até à divulgação dessa matéria no blog do jornalista Jackson Rangel Viera, o portal ainda estava sob manutenção técnica por causa da invasão.

Por isso, até nossos programadores interromperem o hackeamento, esse link cumprirá a missão jornalística da FOLHADOES de informar em tempo real as últimas informações sobre o escândalo do pen drive da propina.

Os jornalistas não se intimidarão diante do maior caso de corrupção da história de um governo capixaba, o que resulta em riscos reais as suas integridades físicas e psicológicas.

Leia a íntegra da denúncia enviada hoje, 15:

https://drive.google.com/file/d/1HR9xgkFT0kIQN6gm1meboYNY00bOKr7i/view?usp=sharing