Operação Panaceia: Vereador “Darinho da Saúde” é inocente

DARINHO DA SAÚDEA prisão do vereador de Cachoeiro de Itapemirim-ES, Darinho da Saúde (PSDB), é precipitada e incongruente. Não é a primeira vez que o Ministério Público promove operações especiais e envolve agentes públicos por preciosismo.

Darinho da Saúde sempre foi um funcionário exemplar na Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim-ES. De família tradicional no bairro União, nunca se ouviu dizer sobre qualquer mácula na reputação dele ou seu envolvimento com ilicitudes.

Duvida-se que o parlamentar tenha obstruído a Justiça na Operação Panacéia (fraudes de empresários de farmácias em Cachoeiro-ES).Vazou informações? Extravagância!

O máximo possível, se o vereador estava sob vigia ou caiu em rede grampeada, constatação de conversas informais em formato amoral e não imoral. É fácil interpretar diálogos com reticências para o campo criminoso.

Este jornalista não acredita no envolvimento do vereador Darinho da Saúde. Não se constatará má fé. Existe histórico da Promotoria de prender ou espetacularizar operações. Dentro do jargão “bate primeiro, pergunta depois”. Sem direito de restituição do prejuízo à honra.

A operação na Secretaria Municipal do Desenvolvimento Urbano de Cachoeiro-ES, só para exemplificar, manchou a reputação dos funcionários citados como formadores de quadrilha, com aparato de quase 50 agentes policiais, sem nenhum resultado ou processo em curso incriminatório. Passado mais de 1 ano de sua origem.

Sem mencionar a operação Âmbar que coloca a maioria dos empresários de Rochas Ornamentais como bandidos. Nenhum resultado ofertado à população depois de quase dois do acontecido. Nem comentar a Operação Moeda de Troca, em Cachoeiro, que prescreveu.

Os dias são de horror à corrupção, são tempos reais, entretanto, a caça às bruxas é da época medieval.

Jaguaré-ES: preso funcionário de fazenda suspeito de matar o gerente por causa de R$ 4,6 mil

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Em apenas algumas horas após o crime, a equipe da Delegacia de Polícia (DP) de Jaguaré prendeu um dos três suspeitos de ser o autor do latrocínio de Jordano Soprani Conceição, de 62 anos, gerente da fazenda São Carmo, na Zona Rural do município. Y.F.S., de 21 anos, que também era funcionário da fazenda, foi preso na tarde dessa terça-feira (06) enquanto trabalhava. A ação contou com o apoio da Polícia Militar.

O titular da DP, delegado Daniel Fortes, contou que o crime aconteceu por volta das 10 horas e a motivação seria por causa de R$ 4.600,00, referentes à venda da plantação de pimenta da fazenda. “Os três suspeitos entraram na fazenda e tentaram render o gerente, porém Jordano reagiu à abordagem e acabou sendo atingido por disparos de arma de fogo. Ele chegou a ser socorrido, mas faleceu”, informou.

Daniel Fortes disse também que Y.F.S. foi localizado após um dos envolvidos perder o aparelho celular no local do crime. “Na fuga, um dos suspeitos deixou o aparelho para trás e, a partir disso, conseguimos chegar até o suspeito. Durante as investigações, descobrimos que a função dele era informar para os outros o momento em que o dinheiro da venda de pimenta chegasse na fazenda”, explicou.

Ainda segundo o delegado, um adolescente de 17 anos também foi identificado como um dos envolvidos no latrocínio. “O terceiro participante ainda não foi identificado. As investigações continuam até que todos os envolvidos no crime possam ser localizados e presos”, concluiu o delegado.

Y.F.S. confessou o crime e foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Mateus.

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