Casagrande tem horror a jornalista que questiona seu espírito público

Recordar é viver. No primeiro mandato do governador Renato Casagrande (PSB), em 2013, o comandante chefe dos capixabas processou este jornalista porque se sentiu ofendido pela notícia do financiamento ou da contribuição da Rodosol – esta até hoje contestada, cobradora de pedágio – na sua campanha vitoriosa.

Agora processa por causa da empresa chinesa DAHUA

Sensível a críticas e questionamentos, apelidado de Centroavante da Odebrecht, esforça-se em vão em aparentar um clérigo para seus correligionários, estando longe disso, apesar de ter enganado por bastante tempo, logo após, este pobre escriba, convencido de que seria o melhor para o Espírito Santo. Decepcionante!

Sem nenhuma surpresa após emitir nota oficial do Governo do ES ofendendo o jornalista e a FOLHA DO ES, tudo para encobrir os interesses comerciais de uma empresa suspeita, em investigação, torna a processar o editor do portal por motivação análoga, defender o poder econômico privado ligado à sua governança.

O anseio explícito do governador é calar o jornalista de 40 anos de atividade profissional e fechar o jornal com 35 anos de existência, desde daquela época. Se o comunismo estivesse em vigor no Brasil, Casagrande só teria um meio de obter êxito na empreitada: prender e mandar o jornalista para o paredão de fuzilamento, a exemplo do que faz a China.

Todo essa agonia do Chefe do Executivo Estadual advém do pen drive da empresa chinesa DAHUA, cujo conteúdo merece uma CPI do Legislativo, uma Casa muita tímida nessa seara. O governador e seus cardeais fogem do pen drive como o conde drácula foge da cruz. O conteúdo do pen drive é um tipo “se correr o bicho pega. Se ficar, o bicho come. E nem se orar o bicho some”.

Capa da Revista FOLHA/27

Capa da Revista FOLHA/27

Pedágio financia campanhas eleitorais de políticos: do governador a deputados

Por que o governador e parte dos deputados ficaram com pedágio?

ImagemIsso é Marketing Multi Nível MMN ou Pirâmide Financeira?
Nenhum dos dois. Infelizmente no Brasil isso pode ser feito, empresas podem financiar campanhas políticas, e candidatos podem fazer doações a outros candidatos, mas com a obrigação de declararem os valores, cabe a nós fiscalizarmos e questionarmos os nobres políticos que ainda não entenderam o recado da população: Chega, a pirâmide vai cair!!!
E já tem deputado aí deletando o Facebook, Viva a Democracia!
fonte TSE: http://migre.me/fukAO