Provocado em rede social, Casteglione considera Rodrigo Coelho ingrato

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Ex-prefeito disse que não foi convidado para reunião de Rodrigo com a hastag #gratidão

Se alguém tinha dúvida sobre o rompimento político entre o ex-prefeito Carlos Casteglione (PT) e o deputado estadual Rodrigo Coelho (PDT), a rede social do WatSapp, num grupo de politica de Cachoeiro de Itapemirim se incumbiu de dissipar a suspeita.

Quando questionado porque o petista não foi na prestação de contas do parlamentar, que já foi seu secretário de Governo no primeiro mandato, respondeu laconicamente com a hastag #gratidão. Sua resposta acabou repercutindo no meio político.

De um lado ficaram os correligionários de Rodrigo Coelho, exaltando o evento. do outro, cabos eleitorais de Casteglione que trabalham a candidatura do petista para o mesmo cargo do ex-companheiro: deputado estadual e no mesmo reduto.

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Prestação de contas do deputado Rodrigo Coelho foi ponta-pé para a reeleição

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Rodrigo Coelho demonstrou seu prestígio político reunindo centenas de lideranças

A prestação de contas do deputado estadual, Rodrigo Coelho (PDT) reuniu lideranças representativas de todo o sul do Estado, em Cachoeiro de Itapemirim-ES. Cerca de 500 pessoas se reuniram para homenagear o parlamentar e reverenciar seus feitos.

Do Governo do Estado, além de sub-secretários, presente o Secretário de Agricultura, Octaciano Neto, e o deputado estadual, Amaro Neto, pré-candidatos a deputado federal e a senador, respectivamente. Presentes, também, integrantes do governo de Victor Coelho (PSB).

Pode-se considerar que o ato político foi o mais expressivo dos últimos tempos pelo grande público e manifestação de apoio. Foi anunciado o novo presidente do PDT de Cachoeiro-ES, ex-vereador Dr. Beto, e Rodrigo Coelho enfatizou a bandeira da Educação.

A partir dessa reunião, da sua grandeza, Rodrigo Coelho, sedimenta sua condição de forte liderança do sul e uma reeleição garantida.

NASCE NOVA LIDERANÇA NO SUL – PREVISÃO FEITA NO ANO DE 2016 – CLIQUE

Família dos Ferraço dentro do serpentário do governador Paulo Hartung

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Por Jackson Rangel Vieira

O ano de 2016 começou com fumaça de onde se achará muito fogo. O governador Paulo Hartung (PMDB) – que faz um governo medíocre até o momento -, inicia um processo de extermínio dos Ferraço: deputado Theodorico (DEM) e senador Ricardo (PSDB), incluindo a esposa do presidente da Assembleia, Norma Ayub (DEM), já fragilizada politicamente.

A ideia central resume-se em retirar na categoria o parlamentar da Assembleia, forçando a sair candidato a prefeito de Cachoeiro-ES, onde já foi prefeito por quatro vezes – e, principalmente, de ser reeleito presidente do Parlamento. O deputado é considerado pela equipe de Hartung um incômodo, peso pesado e espalhafatoso para o estilo enrustido de gestão do governador.

Com Ferraço disputando a prefeitura de Cachoeiro, vencendo com apoio da máquina estadual, Paulo Hartung distanciaria ainda mais Norma Ayub de voltar à Prefeitura de Itapemirim, criando uma catarse política com respingo direto no futuro da reeleição ou pretensão maior do senador Ricardo Ferraço que, neste caso, estaria recebendo o “troco” pela “birra” do atual tucano na sucessão de 2014 ao Governo. Alguém lembra?

Enfim, Hartung retira Rodrigo Coelho do “Ninho da Serpente Petista”, para dar nova roupagem ao seu novo garotão preferencial de seu ciclo político restrito. O deputado aceitou se Secretário de Assistência Social. Seu perfil é de “malandro carioca” com “cola de padre”, oriundo de Bom Jesus do Norte.

Para os cachoeirenses, o deputado é forasteiro e farsante desconhecido dos capixabas na sua essência no que é pertinente a probidade. Desgraçou o governo de Carlos Casteglione (PT), seu último padrinho, que se afunda em corrupção originada de quando era Coelho era Secretário de Governo e atuava com atribuições de Chefe de Executivo.

Fim da ópera: A família Ferraço está dentro do serpentário do governador imperialista Livrando-se dela, ele, Paulo Hartung, atingiria múltiplos orgasmos dentro do seu serpentário.

Rodrigo Coelho passa a bola para o Professor Léo em 2016

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Rodrigo não será candidato a prefeito pelo momento horrível do PT

Quem estava ensaiando o coro “fora forasteiro”, poderá se poupar do esforço. Rodrigo Coelho, deputado estadual do PT, de Bom Jesus do Norte, vai abrir mão de se candidatar a prefeito de Cachoeiro de Itapemirim-ES em favor do vereador Leonardo, conhecido como professor Léo, do seu partido.

A condição do corpo mórbido do PT inviabilizou a pretensão do parlamentar, querido do governador Paulo Hartung (PMDB) para administrar a cidade de Roberto Carlos.

Em conversa com o ex-prefeito Roberto Valadão, peemedebista histórico, PH sondou a possibilidade de apoio a Rodrigo. Valadão disse nem pensar o PT.

Entretanto, na réplica, o governador aventou a possibilidade do deputado entrar no PMDB, então Valadão recolheu a negativa, probabilidade remota, porque para aonde andar Rodrigo, lá na testa estará a “marca de caim”.

Em síntese, vendo o tabuleiro, Rodrigo Coelho optará por um acordo para se tornar no futuro presidente da Assembleia Legislativo. Ele prefere dar essa volta para seguir seu projeto político sem prejuízo de prestígio.

O Professor Léo, por sua vez, já assumiu o personagem de candidato do PT para as próximas eleições com apoio declarado do prefeito Carlos Casteglione, o pior Chefe do Executivo da história do Município.

As condições são diferentes para o vereador: ele ficará com o negativo da foto. Não terá a estrutura econômica e  nem apoio político à disposição do deputado Rodrigo Coelho. Tem seu pessoal dentro da administração e terá missão árdua carregando o caixão do prefeito.

Nem tudo está ruim para o parlamentar municipal e suas pretensões de construir uma carreira política sólida. Dependendo dos resultados das eleições de 2016, Léo pode até se tornar deputado federal pela sua coligação que lhe confere suplência possível de se tornar titular.

Sobre o futuro de Casteglione, outro tema de artigo futuro, algumas lideranças da Igreja Católica, sob auspícios do padre Rômulo, negociam com a oposição trégua nos discursos eleitorais e pós mandato.

Querem contrato com cláusulas complacentes e lenientes, amenizando denúncias pesadas e admitindo apenas críticas suportáveis.

Os adversários ficariam censurados das palavras “ladrão”, “bandido”, entre outros impropérios comuns na boca do povo. Essa conversa está em curso nos bastidores. Uma saída honrosa. Difícil, hein!

Sou réu por denunciar quadrilha no PT

 Por Jackson Rangel Vieira

Os ares provincianos de Cachoeiro de Itapemirim-ES são bucólicos e também algozes. Há três anos denuncio, na condição de jornalista, os demandos do Governo do Partido dos Trabalhadores, inclusive, forçando-o a diminuir a velocidade do bonde da corrupção.

Dolosamente, prevendo o ano eleitoral, a cúpula petista, inclusive o próprio Partido na pessoa jurídica -sem procuração de seus filiados, a maioria honesta e sem desconhecer os fatos- , decidiu em consórcio me intimidar com ações criminais por calúnia e difamação, tentando até ludibriar a Justiça com muitos perjúrios. Mas, nada pode deter a liberdade de expressão.

Ainda esta semana li o artigo do renomado cineasta e jornalista Arnaldo Jabor, no jornal o Globo, qualificando o PT de “quadrilha institucionalizada”, citando várias tipificações de “PTs criminosos”. Fez-me sentir um bobo pelas rasas qualificações que eu desferi ao Governo petista para dar significado aos atos de improbidade de toda ordem.

Nunca denunciei sem provas. Apresento vastas documentações e testemunhos irrefutáveis de ações criminosas, ainda, em curso na cidade do “Rei” Roberto Carlos. O governo petista daqui continua obeso insaciável em mesa farta de comida alheia, do povo.

As denúncias tem respaldo nas ofensivas feitas pelo Ministro Público Estadual, principalmente, na operação Moeda de Troca, a mesma que desencadeou na quinta a prisão do prefeito de Presidente Kennedy e mais 79 mandados de prisão. Um escândalo!

Assim como lá, também denunciei aqui. A diferença, é que a Justiça Federal não entrou em ação de corpo presente para proteger os cachoeirenses contra o endredom da impunidade.

A turma, a quadrilha, recorreu à Justiça Comum para obterem a certidão negativa de inocência, tentando condenar o réu, ou seja, como um ladrão que chama a polícia logo após praticar o assalto. São caras de pau!

Estou na luta e espero repetir as mesmas palavras do Apóstolo Paulo: “Combati o bom combate, encerrei a carreira e guardei a fé.” Diante de tantas provas robustas de crimes praticados à luz do dia, deposito minha esperança na Justiça do homem, mas antes na de Deus! Desta, ninguém escapa!