Continua a “sujeira” na Prefeitura de Itapemirim-ES no serviço de limpeza

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 A Prefeitura de Itapemirim licitou a empresa Liderança Conservação e Limpeza para manutenção das escolas da Rede Municipal. Um valor milionário. A empresa é de Santa Catarina com filial em Vitória.
A empresa tem simplesmente cerca de 3 mil processos trabalhistas. Só pode ter sujeira no negócio.
Enquanto isso, na cidade vizinha, a  Prefeitura de Marataízes quer terceirizar uma UPA recém construída. Tem treta na história e o TRE pode cassar Tininho por crime eleitoral.

Esquema: emissora de rádio ganha fortuna no litoral para esquema político

Radio

A emissora de rádio Litorânea FM – Marataízes não vem só conquistando audiência na região litoral do sul do Espírito Santo. Por alguns anos monopoliza na captação de fortunas em verbas públicas junto aos prefeitos dos balneários.

O esquema é simples. As Prefeituras não licitam agências de publicidade para deixar em aberto a destinação de verbas e sua manipulação para interesses políticos, principalmente. São os casos dos Municípios de Itapemirim e Marataízes.

A única Prefeitura em que a os donos não conseguiram pressionar para contratos extravagantes foi a de Presidente Kennedy-ES que atua com Agência de Publicidade. Além do mais, não tiveram êxito em peitar o Secretário de Governo, José Augusto.

Só para este ano, com descriminação dirigida em pregão “presencial”, a Rádio MARATAÍZES LTDA, razão social, com escritório na cidade, mas os proprietários são de Campos, com ligações à plataforma de Antônio Garotinho.

Vejam a ostentação da verba destinada pela Prefeitura de Marataízes, quase R$ 800 mil para 2018, sem contar Itapemirim. Documentos abaixo:

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Prefeita de Kennedy e prefeito de Marataízes correm risco de cassação

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Amanda Quinta e Tininho estão sob investigação na Justiça Eleitoral por compra de votos

Em breve, a Justiça Eleitoral julgará casos de fraudes e compras de votos dos prefeitos de Marataízes, Tininho (PRP); e de Kennedy, Amanda Quinta (PSDB), respectivamente. Os dois usaram do mesmo expediente semelhantes para cooptação ilegal de votos, segundo denúncias apuradas pela Polícia Federal.

O caso do prefeito de Marataízes tem agravante da utilização de laranjas, com possível conivência de gerente bancário, para pegar empréstimos com objetivo claro de financiar a campanha eleitoral de 2016. São pessoas que teriam emprestados os CPFs, sem nenhum lastro, para repassar ao então candidato.

No caso da Amanda Quinta, o Tribunal de Contas constatou cerca de R$ 500 milhões em obras superfaturadas em período eleitoral. Tramitam acusação de compra de votos. Em decorrência dessa extravagância ilegal, o Município está impedido de aplicação de recursos dos royalties até sanar as irregularidades.

Nos dois casos, o Justiça Eleitoral de Marataízes, responsável pela zona dos citados municípios, a Polícia Federal já ouviu cerca de trinta pessoas em Presidente Kenedy e prossegue em Marataízes com oitivas, com o caso delicado de uso de laranjas ligados ao prefeito para empréstimos forjados para uso eleitoreiro.