Desfilando: Manhattan virou antro de estelionatários com aval da Lorenge

Redução *****

Marcão

O empresário Marcos Vivácqua, proprietário da Pousada Marambaia em Marataízes, vai se submeter a uma cirurgia bariátrica em breve por recomendações médicas. Saúde.

Governo *****

casagrande300300

Há quem insiste na contrainformação de que Renato Casagrande (PSB) virou forte candidato ao Senado. Ele só tem uma certeza: vem para Governo do Estado. Ponto.

Traição ****

mulheres infieis

Site de Goiás inovou em fazer plataforma de informações e cadastramentos para quem deseja trair. Sugere os points e a forma discreta de fazer. (mulheresinfieis.com)

Manhattan *

 

maxresdefault

O empreendimento imobiliário Manhattan, em Cachoeiro-ES, da construtora Lorenge, virou um condomínio minado de estelionato, com distratos forjados e enganação.

 

Make Up

As réplicas de grifes invadiram o Brasil. /// O minimalista avança na área comportamental. Quanto menos, mais espaço. /// Arquiteto Juarez Araão não recebeu tratamento adequado na falta das férias. Tiraram seu cargo de confiança na Semdurb e o transferiram para a Secretaria de Obras da  PMCI. /// Os mineiros fugiram de Marataízes. /// Guarapari é o grande lance. /// Ter-se-á menos bundas balançando neste carnaval. É a crise. /// Espetáculo fechado, bar, quem ganhou foi o Caranguejo, concorrente. /// Indo… 

Os pecados que habitam em nós

 

É natural não desconhecer do pecado morador dentro de nós, sem pagar aluguel. Não é convencional confessá-lo, até mesmo para si. Os nossos medos adoecem a alma. Uma vez, confrontados com a consciência, as algemas são quebradas e a liberdade é jubilada como estilo de vida único. Raro.

Falange de mentiras forma exército quase imbatível. A inverdade contumaz, diária, alimenta e engorda o ego, porque, geralmente, é pai e mãe da vaidade. Sedutora, palavras prontas massageiam o interior mal formado, sem auto-estima, produzindo sensações de domínio e poder.

 A mentira é o pecado mais natural dos pecados possíveis, porque o seu genitor, impiedosamente, troca a ordem divinal e transgride, pelo engodo, as regras dos sentimentos mais nobres, como o amor. Ao meio metro do outro, o outro é capaz de esconder as maiores perversidades em nome da carência terrena.

 Bom alvitre todos não precisassem se esconder de si mesmo, aceitando seu estar, seu ter e seu ser. No momento, da dissimulação covarde, despreza-se a libertação em troca de existência medíocre. Estimulados pelos pecados não apagados, impede-se a emersão da nova criatura, à disposição de todos em forma de renovação de mente.

Impiedosamente, chicoteamos os nossos lombos e aplicamos choques virtuais mais do que podemos suportar em troca do prazer ninfomaníaco. O amor está perto do pecador (a), mas não há como enxergá-lo, nem tocá-lo, pois é impossível amar com o pecado da mentira no processo de metástase.

O egocentrismo é fatal no caso desse implacável inimigo da humanidade: o pecado, no destaque, a mentira. Sofremos horrores por esta escravidão. Chibatadas infinitas enquanto vão morrendo as células, mortificando o corpo e humilhando o espírito. Como escapar da tocaia dos descaminhos construídos ao longo da vida?  Ceifamos o que plantamos,

Entre o primeiro e o último parágrafo, o enigma do calabouço que aprisiona a todos nós, a mim e a você, em circunstâncias, talvez, diferentes, mas com o mesmo modo operacional, é decifrado com uma velha e conhecida passagem bíblica: II Samuel 12:5-7.